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Empresas estão adotando 'medidas corretivas' após China suspender importação de carne, diz entidade

Após auditorias remotas, autoridade chinesa afirmou que estabelecimentos brasileiros teriam descumprido requisitos; JBS não comenta

3 mar 2025 - 14h46
(atualizado às 15h01)
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A China suspendeu temporariamente a importação de carne bovina de três empresas brasileiras. A informação foi confirmada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A medida, que passa a valer nesta segunda-feira, 3, abrange uma unidade da JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo).

Procurada, a JBS afirmou que, por ser um tema setorial, o assunto está sendo tratado pela Abiec. Em nota, a associação informou que a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) realizou auditorias remotas em três estabelecimentos exportadores de carne bovina do Brasil, dois da Argentina, um do Uruguai e um da Mongólia, este último referente às carnes bovina e ovina.

"Em todos os casos, foram identificadas não conformidades em relação aos requisitos chineses para o registro de estabelecimentos estrangeiros", diz a entidade.

Suspensão atingiu três unidades, e as demais seguem operando normalmente, diz entidade
Suspensão atingiu três unidades, e as demais seguem operando normalmente, diz entidade
Foto: Clayton de Souza/Estadão / Estadão

Com isso, o GACC determinou a suspensão temporária das importações destes estabelecimentos a partir de 3 de março de 2025. As empresas envolvidas já foram notificadas e estão adotando medidas corretivas para atender às exigências das autoridades chinesas, segundo a Abiec.

No pronunciamento, a associação destaca que os demais estabelecimentos habilitados seguem operando normalmente, assegurando o fluxo das exportações de carne bovina brasileira ao mercado chinês.

A Abiec afirma ainda que, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), segue em diálogo com as autoridades competentes "para garantir a rápida resolução da questão". A entidade encerra a nota dizendo que "o Brasil reafirma sua confiança na robustez do controle sanitário nacional, conduzido pelo Mapa, e segue trabalhando ativamente para solucionar os questionamentos apresentados com celeridade, garantindo a segurança e qualidade da carne bovina exportada".

Estadão
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