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Dólar sobe ante real seguindo movimento exterior

9 ago 2017 - 10h57
(atualizado às 11h40)
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Foto ilustrativa mostra notas de dólar
28/4/2017 REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Foto ilustrativa mostra notas de dólar 28/4/2017 REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Foto: Reuters

O dólar operava em alta nesta quarta-feira e retornava ao nível de R$ 3,15, acompanhando a trajetória da moeda ante divisas emergentes no exterior, em ambiente de maior aversão ao risco com o acirramento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Coreia do Norte.

Às 10:56, o dólar avançava 0,55%, a R$ 3,1471 na venda, depois de marcar a máxima de R$ 3,1521. O dólar futuro subia cerca de 0,70%.

"Nos mercados, vemos movimentos de realização de lucros desencadeados por declarações imprevistas", comentou a corretora Guide em relatório a clientes ao citar as ameaças trocadas entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Coreia do Norte, Kim Jong-un.

Trump alertou a Coreia do Norte que o país será atingido por "fogo e fúria" caso ameace os EUA, levando a nação com armas nucleares a dizer que está considerando disparar mísseis contra a ilha de Guam, território dos Estados Unidos no Pacífico.

A crescente tensão geopolítica faz o dólar subir ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano e o rand sul-africano.

"Internamente, o dólar pedia por uma realização, em meio às dúvidas sobre a meta fiscal e sobre medidas para elevar os impostos", comentou o economista-chefe da gestora Infinity, Jason Vieira.

Nesta quarta-feira, o presidente Michel Temer vai se reunir com os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, do Planejamento, Dyogo Oliveira, da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, para discutir a meta fiscal.

O governo enfrenta sérias dificuldades para equilibrar as contas públicas sob uma forte expectativa de que terá de alterar a meta fiscal deste ano, para poder ter um déficit primário maior dos que os R$ 139 bilhões previstos.

Nos últimos dias, o governo admitiu que estudava elevar o imposto de renda pessoa física para elevar receitas e contribuir com a meta, mas diante da reação negativa, foi obrigado a voltar atrás e dizer que não encaminharia a proposta de mudança ao Congresso.

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