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Decisão do Banco Central sobre Pix foi correta e protege sistema bancário, diz Haddad

Medida que prevê exclusão de chaves Pix de pessoas que estão em situação irregular na Receita Federal já vem sendo usada como munição para ataques da oposição

8 mar 2025 - 22h31
(atualizado em 8/3/2025 às 14h26)
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SÃO PAULO E BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na noite desta sexta-feira, 7, que a decisão do Banco Central de anunciar novos mecanismos para coibir golpes no Pix é correta e protege o sistema bancário. A medida prevê a exclusão de chaves Pix de pessoas que estão em situação irregular na Receita Federal.

"É um outro órgão, que não é governamental, que tem autonomia legal hoje, tomando uma decisão correta", disse em entrevista ao vivo ao podcast Flow. A medida, segundo Haddad, protege o sistema bancário.

Ele avaliou que é preciso enfrentar o crime organizado no Brasil, ao comentar sobre investigações de que fintechs estariam sendo usadas para lavagem de dinheiro e fins criminosos.

Como mostrou o Estadão, a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu uma nova frente de ataques ao Planalto utilizando como mote o sistema de pagamento instantâneo.

Nas postagens nesta quinta-feira, 6, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltaram a endossar que a medida, agora do BC, busca atingir trabalhadores que usam o Pix.

Haddad também voltou a comentar sobre a polêmica envolvendo a portaria da Receita Federal que ampliava o monitoramento sobre transações financeiras, incluindo o Pix. A medida foi revogada diante da onda de circulação de informações falsas e distorcidas sobre o tema - entre elas, a de que o meio de pagamento seria taxado. O governo publicou posteriormente uma Medida Provisória (MP) para reforçar a gratuidade e sigilo do Pix.

De acordo com o ministro, a "celeuma" em torno da portaria foi criada com interesse "de alguém". "Qual interesse estava por trás de a gente não monitorar os grandes volumes de recursos que passam por instituições que não fazem parte hoje do sistema financeiro, mas que abrem conta suspeita? Os órgãos de Estado estão investigando o que está por trás dessa história, quem financiou esse suposto escândalo", comentou.

Estadão
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