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Credores vão à Justiça para impedir que Suzantur assuma linhas da Itapemirim; entenda o caso

Em decisão que decretou a falência da empresa de transportes, juiz determinou que linhas do Itapemirim passassem para a Suzantur; credores afirmam que empresa não possui autorização para operar linhas

11 nov 2022 - 12h35
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Um grupo de credores, envolvendo os trabalhistas e financeiros, está fazendo coro para impedir que a empresa do setor de transporte Suzantur assuma as linhas que eram operadas pelo grupo Itapemirim, que teve recentemente sua falência decretada pela Justiça.

Em ação que será protocolada ainda neste mês, a associação de credores e ex-funcionários do grupo Itapemirim pedirá que o arrendamento das linhas para a Suzantur seja suspenso, além de solicitar, mais uma vez, a reversão do pedido de falência da empresa. A dívida total do grupo supera os R$ 2,2 bilhões.

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    O juiz que assinou em setembro o decreto da falência, João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1.ª Vara de Falências e Recuperação Judicial do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, disse que todas as indicações são de que o grupo não tem qualquer "capacidade de recuperar sua posição de mercado e honrar com seus compromissos".

    A decisão do TJ paulista incluiu também a manutenção das linhas rodoviárias da companhia e estabelecido o arrendamento, por um período de 12 meses, para a empresa Suzantur, que opera ônibus urbanos no ABC, na Grande São Paulo. "Entende (o juízo) que uma operação de arrendamento parcial ou total dos ativos e linhas do Grupo Itapemirim mostra-se vantajosa à Massa Falida e aos credores", conforme a decisão.

    A história da empresa nos últimos anos é repleta de polêmicas. Um dos capítulos mais controversos foi quando a companhia, mesmo estando em recuperação judicial, conseguiu a autorização para montar uma empresa do setor aéreo, a ITA, em meio à pandemia, um dos momentos de maior crise para o segmento. O negócio ficou no ar somente por cinco meses, entre acusações de atrasos de salário e de outros direitos de trabalhadores. No fim de 2021, pouco antes do Natal, a empresa cancelou subitamente seus voos, deixando milhares de passageiros sem atendimento.

    Estadão
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