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Em Vitória, personagem de Gustavo Leão combate o neonazismo

No folhetim de Cristianne Fridman, ele vive o jovem Quim, que se envolve com o neonazismo

23 out 2014 - 17h17
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Foto: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias / TV Press

Gustavo Leão está feliz por voltar às novelas. Contratado pela Record desde 2012, o ator já integrou o elenco de duas produções bíblicas da emissora, José do Egito  e Milagres de Jesus , e fez uma participação no primeiro capítulo de Pecado Mortal . Entretanto, apenas em Vitória , foi escalado para participar do início ao fim da trama. No folhetim de Cristianne Fridman, ele vive o jovem Quim, que se envolve com o neonazismo. A sensação de descobrir aos poucos qual o caminho de seu personagem é o tipo de coisa que o ator sentia falta nos trabalhos anteriores.

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"Voltei a sentir aquele frio na barriga", revela Gustavo, que não imaginava de que forma Quim se envolveria com o grupo neonazista. E gostou do fato de a autora optar por colocá-lo na posição de justiceiro. "Foi bom, pois ele não se converteu ao neonazismo. Meu personagem está engajado em colocar a Priscila e o Paulão na cadeia", diz o ator, referindo-se aos papéis de Juliana Silveira e Marcos Pitombo.

Para Gustavo, é interessante explorar o neonazismo como um alerta, pois a intolerância está presente na sociedade de diversas formas. "A gente pode ver casos recentes de racismo no futebol, como o do goleiro Aranha, do Santos. As pessoas precisam entender que isso não sumiu", enfatiza. Na trama, Quim quer por fim nas maldades da vilã neonazista Priscila. Inclusive, esta não é a primeira vez que Gustavo e Juliana se encontram em cena. Em sua estreia na TV, em Floribella , ele contracenou com a atriz e conta que é um prazer trabalhar ao lado dela novamente. "É uma responsabilidade, pois a Juliana é uma das profissionais mais talentosas com quem já contracenei", derrama-se.

Ao longo da carreira, Gustavo buscou evoluir. Na Globo, ele acredita que se envolveu com bons trabalhos. Aliás, o ator relembra que um dos momentos mais marcantes de sua trajetória aconteceu quando fazia a novela Paraíso Tropical . No folhetim, ele interpretava o filho de Gloria Pires. E, no primeiro dia de gravação, que também era seu aniversário, foi surpreendido pela produção e pela atriz. "Estava tenso por ser novela das oito e contracenar com a Gloria. Quando acabou a gravação, ela veio com um bolo na mão, cantando parabéns para mim", diz, emocionado.

Já na Record, Gustavo sentiu a obrigação de se preparar melhor ao encarar um personagem bíblico e totalmente diferente de tudo que havia feito. O que lhe deu a oportunidade de amadurecer ainda mais na profissão. "Isso me fez ter mais consciência como ator. Principalmente, trabalhando com uma câmara de cinema, em que as expressões têm de ser mais suaves", explica.

Ainda sem projetos concretos para depois de Vitória , Gustavo, que tem contrato com a Record até 2018, planeja fazer mais novelas. O ator também deseja se inserir no cinema nacional. "Fazer cinema é como um jogador de futebol ir para a Europa", compara ele, que também possui outro sonho. Gustavo cultiva a vontade de mostrar um pouco do próprio estilo de vida em um programa que una culinária, com futebol e surfe. Ele acha que, dessa maneira, o público perceberia que não existe um abismo em relação aos artistas. "Seria bom mostrar para as pessoas que não precisam endeusar os atores. Somos todos iguais", finaliza. 

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Fonte: TV Press
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