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No ar em 'Amor & Sexo', Léo Jaime se divide em várias funções na TV

19 nov 2011 - 10h27
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Foto: Jorge Rodrigues /Cartaz Nnotícia / TV Press
MARIANA TRIGO

Léo Jaime atira para todos os lados. Jornalista, cantor, compositor, apresentador de programas e ator, este goianense de 51 anos voltou a se destacar na mídia quando foi convidado por Ricardo Waddington, diretor de núcleo da Globo, para dividir o palco do semanal Amor & Sexo com sua banda, em 2009.

Das rápidas inserções musicais, Léo começou a ganhar cada vez mais espaço na produção, que já está em sua quarta temporada. Tanto que hoje chega a gravar matérias externas e a interagir com mais frequência nos temas abordados.

De tanto falar sobre sexo na produção, Léo chegou a também dividir o comando do "reality" de casais Detox do Amor, no GNT. No canal, o apresentador também participa do programa Saia-Justa. "Acho muito simpático que o público tenha começado a me ver como a dupla da Fernanda (Lima). Acho que perceberam que temos uma química forte no palco. No Amor & Sexo, olhamos as mesmas questões com pontos de vista afins, mas acrescentando visões diferentes", avalia.

A cada temporada do Amor & Sexo, a sua atuação tem crescido no programa. A que você atribui isso?

Léo Jaime Curiosamente, dos programas que têm música ao vivo, nós ficamos menos tempo no ar. Minha atuação tem crescido, mas a música não pode ocupar muito tempo nesta produção. A parte musical precisa ser enxuta, pontual e precisa. A música está contextualizada nos assuntos que abordamos. Ela entra no meio da conversa, amarra o papo, faz uma piada sobre o que está sendo dito e é inserida na narrativa. Parece que é simples, mas exige uma pesquisa grande.

Como é feito esse trabalho, a seleção das músicas e a definição de cada inserção?

Léo - Todo mundo da equipe participa. Procuramos fazer uma pesquisa em cima de cada tema a ser tratado em cada programa para definir o repertório. Não escolhemos o que gostamos, mas as músicas que vão dar uma noção mais ampla do que está sendo dito. As minhas participações também são pontuais.

Nesta temporada, a sua participação se estendeu para as matérias externas. Por que você passou a dividir algumas pautas com a Fernanda Lima?

Léo - Comecei na matéria sobre despedida de solteiro. A equipe achou esquisito ela ir à despedida do homem e na da mulher. Acabou que ela foi à despedida da moça. Seria mais divertido fazer o contrário, mas achamos que iria intimidar os convidados se eu acompanhasse uma despedida de solteiro feminina e vice-versa. Com isso, percebemos que ficaria sempre interessante ter dois pontos de vista no programa: um feminino e outro masculino. Passamos a apresentar esses dois universos de formas diferentes. Com cada um as pessoas reagem de um jeito. Isso enriquece o programa, traz vários pontos de vista.

De que forma seu trabalho na tevê influencia sua carreira musical?

Léo - Aumenta o público nos meus shows, sem dúvida. O fato do Ricardo Waddington ter me chamado para participar desse projeto fez com que minha vida mudasse completamente. A tevê traz mais popularidade. Tenho uma gratidão eterna por isso. Não sei nem dizer exatamente o que é que eu faço no programa. Não sei se sou músico, debatedor, jornalista, enfim, algo que a gente inventou, que me parece muito sob medida e muito carinhosa da parte deles ao criar esse espaço para mim. Ainda que minha participação seja a de coadjuvante, o resultado tem sido fantástico para mim.

Você está no ar com o Amor & Sexo, na Globo, e com o Saia Justa, no GNT. Antes desses programas, você atuou em algumas novelas, como Bebê a Bordo, O Profeta e fez algumas participações. Pensa em voltar à teledramaturgia?

Léo - A gente trabalha tanto preparando o Amor & Sexo, que acho que eu não teria tempo de fazer uma novela agora. Esse trabalho é muito mobilizador. Para atuar em novela, tenho de parar a minha vida inteira. Mas vejo essa ideia sempre com muito carinho. Talvez, seja mais possível fazer uma minissérie, uma produção mais curtinha. Mas vivo trabalhando com a atuação no teatro. Sempre que consigo um tempo, faço uma peça, especialmente musicais. Já o Saia Justa é muito tranquilo porque gravo uma vez por mês. Vou lá bater papo com gente que eu gosto. Não é nada complicado.

Fonte: TV Press
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