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Corpo de Angela Ro Ro é velado no Rio de Janeiro

A cantora morreu aos 75 anos na última segunda-feira, 8

9 set 2025 - 16h18
(atualizado às 16h32)
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Corpo de Angela Ro Ro é velado
Corpo de Angela Ro Ro é velado
Foto: Anderson Bordê/AgNews

O corpo de Angela Ro Ro foi velado no Cemitério da Penitência, na zona portuária do Rio de Janeiro, na tarde desta terça-feira, 9. A cantora morreu aos 75 anos na última segunda-feira, 8, em decorrência de infecção generalizada e pneumonia bacteriana.

O velório de Angela Ro Ro inicialmente seria fechado a amigos e familiares, mas o cemitério divulgou que fãs também poderiam se despedir da artista.

A cantora havia sido internada em julho com infecção pulmonar grave. Angela chegou a passar por uma traqueostomia. Segundo o advogado, ela estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido a uma infecção contraída no próprio hospital e que teria causado a morte. "Sua única companheira há quatro anos está absolutamente consternada com o falecimento", disse.

Carlos Eduardo Lyrio ainda aproveitou para desmentir a informação de que uma ex-produtora estaria cuidando dela, ou que seria sua ex-companheira. Conforme o advogado, a companheira de Angela não quis se identificar.

Durante a internação, a artista passava por dificuldades financeiras e chegou a lançar um site para receber doações de fãs para arcar com os custos. Nas redes sociais, ela publicou um vídeo falando sobre as dificuldades financeiras. "Sem perspectiva de alta ou cura para trabalhar, humildemente peço ajuda a vocês", afirmou ela no Instagram. Segundo pessoas próximas, ela dependia da ajuda para continuar o tratamento.

A vida de Angela Ro Ro

Angela Ro Ro ficou conhecida pela voz rouca inconfundível, que lhe rendeu o apelido “Ro Ro” ainda na infância. Em suas músicas, misturava blues, samba-canção, bolero e rock. Ela se tornou um dos nomes mais autênticos da música popular brasileira.

Nascida Angela Maria Diniz Gonsalves, ela começou a estudar piano aos cinco anos. Décadas depois, foi consagrada como uma das artistas mais originais do país.

Por indicação de Glauber Rocha, em 1971, Angela participou do álbum Transa, de Caetano Veloso, tocando gaita na música Nostalgia (That's what rock'n roll is all about). Voltando ao Rio, ela se apresentou em casas noturnas e assinou com a gravadora Polygram/Polydor, a atual Universal Music.

Seu primeiro álbum, que levou seu nome, de 1979, trouxe composições próprias, entre elas, Gota de sangue, Balada da Arrasada, Agito e uso, Tola foi você e o que viria a se tornar um clássico: Amor, Meu Grande Amor.

Vestida com um smoking no palco do Teatro Fênix, a cantora se sagrou como um dos grandes nomes da música brasileira. A música a revelou para o país como uma artista que falava sobre sentimentos do ponto de vista feminino.

Fonte: Redação Terra
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