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Conheça os sons 'frescos' vindos da primeira orquestra vegetal do mundo; veja vídeo

Com 27 anos de carreira, Orquestra de Vegetais de Viena utiliza legumes, verduras e tubérculos para fazer 'estilo musical único'

7 mar 2025 - 14h59
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Uma cenoura, uma cebola e uma berinjela. Engana-se quem acredita se tratar de uma lista de compras em um super mercado. Trata-se, na realidade, dos instrumentos da Orquestra de Vegetais de Viena, o primeiro grupo musical a fazer música com legumes, verduras, tubérculos e afins.

A banda, que surgiu em 1998 na Áustria, é composta por 11 músicos e já fez mais de 344 apresentações ao longo dos últimos 27 anos. A orquestra, inclusive, é detentora do recorde de maior quantidade de concertos de uma orquestra vegetal pelo Guinness, o Livro de Recordes.

Ao longo de 27 anos de carreira, a Orquestra de Vegetais de Viena já se apresentou em 344 ocasiões e lançou quatro álbuns.
Ao longo de 27 anos de carreira, a Orquestra de Vegetais de Viena já se apresentou em 344 ocasiões e lançou quatro álbuns.
Foto: Divulgação/Das erste Wiener Gemüseorchester / Estadão

"A ideia da Orquestra de Vegetais é que você pode fazer música com qualquer coisa", diz um dos membros do grupo. Em um vídeo postado no canal do YouTube da banda, é possível ver os integrantes friccionando os vegetais em frente a um gravador sonoro, criando os sons que serão utilizados nas performances.

"Para cada apresentação, construímos instrumentos novos e frescos. Normalmente, eles se desfazem durante os shows", revela outro integrante. Os vegetais são comprados no dia da apresentação e, ao decorrer do concerto, costumam mudar de sonoridade.

Após o final do show, um chef prepara uma sopa com os instrumentos não utilizados no dia. Já os utilizados são enviados para um local que lida com lixo orgânico. Ao todo, a banda já lançou quatro álbuns de estúdio — Gemise, Automate, Onionoise e Green Album.

Para além da bizarrice do projeto, os responsáveis pela banda ressaltam que cada apresentação é única e conta com um forte elemento de improviso. "Nós criamos, com esses elementos não musicais, uma linguagem musical única e especial", afirma um terceiro membro. "Sempre encontramos novas possibilidades."

Estadão
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