Sucesso nos anos 2000, cantora é vista pela primeira vez em 15 anos após ser estuprada em sequestro
Amy Duffy, agora com 41 anos, foi flagrada em um café no norte do País de Gales
Amy Duffy, cantora que fez sucesso no início dos anos 2000, foi vista pela primeira vez em 15 anos em um café no norte do País de Gales neste mês. Ela sumiu dos holofotes após ser drogada e estuprada em um sequestro e seguiu reclusa após a experiência traumatizante. As informações são do jornal The Sun.
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Na foto, ela aparece ao lado de uma funcionária do Caffi Largo. O registro foi compartilhado no Instagram do estabelecimento na quarta-feira, dia 10: “A famosa cantora de Nefyn [cidade natal da artista, que fica nas proximidades], passou pelo Café esta manhã. É sempre ótimo ver talentos locais apoiando os negócios locais”, escreveram.
Confira a publicação:
Ela falou pela primeira vez sobre o ocorrido em 2020, em uma publicação em suas redes sociais. “Era meu aniversário, fui drogada por quatro semanas e viajei para um país estrangeiro. Eu não me lembro de entrar no avião e vim na parte de trás de um veículo viajante. Eu fui colocado em um quarto de hotel e o agressor voltou e me estuprou”, revelou na ocasião.
A artista decidiu voltar aos palcos neste ano. O anúncio foi feito em uma foto em preto e branco, onde ela aparece sentada em um estúdio, com a legenda: “Se ao menos eu pudesse encontrar as palavras certas para explicar o quanto eu senti falta de todos vocês. Trabalhando em voltar para você.”
No momento, essa é a única publicação de seu perfil no Instagram, que conta com 194 mil seguidores.
Duffy emplacou sucessos como Mercy, Warwick Avenue e Rain On Your Parade. Seu álbum de estreia, Rockferry, recebeu o Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop em 2009. Seu segundo álbum foi Endlessly, lançado em 2010.
Em caso de violência contra a mulher, denuncie
Violência contra a mulher é crime, com pena de prisão prevista em lei. Ao presenciar qualquer episódio de agressão contra mulheres, denuncie. Você pode fazer isso por telefone (ligando 190 ou 180). Também pode procurar uma delegacia, normal ou especializada. Saiba mais sobre como denunciar aqui.

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