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Rosiane Pinheiro celebra sucesso como madrinha de bateria da Vai-Vai: 'Consegui'

Após mais de duas décadas longe da Avenida, artista retorna como madrinha de bateria da Vai-Vai e celebra recomeço

14 fev 2026 - 12h35
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Aos 51 anos, Rosiane Pinheiro falou com a Quem pouco antes de cruzar o Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, como madrinha de bateria da escola de samba Vai-Vai, sexta agremiação a desfilar na primeira noite do Grupo Especial do Carnaval 2026.

Rosiane Pinheiro —
Rosiane Pinheiro —
Foto: Natália Rampinelli/ AgNews / Contigo

De volta à folia após 22 anos sem ocupar o posto à frente de uma bateria, a dançarina revelou que investiu alto para o retorno. Depois de eliminar quase 30 quilos no último ano, ela calcula ter destinado mais de R$ 300 mil à preparação. "O investimento é altíssimo, é tudo muito caro. Não sou apegada a valores, mas é impossível negar que é muito gasto. Acredito que se fosse parar pra contar -- juntando tratamentos estéticos, looks de ensaios, apresentações e fantasia do desfile -- eu gastei uns 300 mil reais só neste ano", afirma. Parte do valor, segundo ela, foi parcelada. "A gente parcela aqui, faz parcerias ali... No final, tudo dá certo, o que importa é estar linda."

Sobre a preparação nas horas que antecedem o desfile, Rosiane explicou que prefere manter a tranquilidade. "Depois de fazer uma drenagem, procuro ficar quietinha até a hora de ir pro Sambódromo. Gosto de chegar com todo o gás. De resto, não tenho ritual, mas me apego bastante em Deus."

O retorno à Avenida tem peso especial em sua trajetória. "Depois de 22 anos, voltar a desfilar à frente de uma bateria é muito significativo pra mim. Minha última vez foi em 2004, quando desfilei como rainha da Tradição, no Rio, e como rainha da Barroca, em São Paulo", relembra. Ela ganhou projeção nacional no fim dos anos 1990 ao participar do concurso que escolheu a morena do grupo É o Tchan.

Representatividade na fantasia

Neste ano, Rosiane encarna um papel simbólico no enredo da escola. "Eu represento 'O Sonho do Operário'. A nossa bateria vem representando o operário, o povo trabalhador que luta e constrói todos os dias. Eu venho simbolizando os sonhos desse povo. Represento as conquistas, os objetivos e tudo aquilo que eles constroem com esforço e acreditam que podem alcançar. É a força do trabalho transformada em realização na Avenida."

Superação pessoal

A presença no Carnaval também marca uma virada em sua vida pessoal. Durante o período longe da mídia, ela enfrentou um quadro de depressão. "Enfrentei uma depressão e me afastei de tudo. Cheguei a achar que nunca mais voltaria a fazer nada do que eu amo -- a arte, a TV e a dança. Encaro como um sonho, um renascimento, uma realização."

Para ela, o desfile também carrega um posicionamento contra o etarismo. "É olhar pra mim e dizer, sim, eu sou capaz de fazer o que eu quiser aos 51 anos. Encaro como um renascimento."

Além do compromisso com a Vai-Vai, a artista também integra a programação dos blocos de rua da capital paulista e desfila como musa do Bloco Domingo Ela Não Vai, que sai às ruas no dia 15.

Nas redes sociais, Rosiane celebrou o sucesso após o desfile na madrugada deste sábado, 14: "SIM, CONSEGUI! Aos 51 anos vir como madrinha de bateria a frente de umas mais tradicionais escolas, que honra! Ainda em êxtase de felicidade que desfile, obrigada comunidade por toda entrega! 🤍🖤", escreveu ela.

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