Viviane Araújo fala sobre emoção de fechar desfile no Rio: 'Vai ser diferente'
Essa é a primeira vez que o Salgueiro encerra o desfile das escolas de samba na Sapucaí
Na reta final dos desfiles na Marquês de Sapucaí, Viviane Araújo, rainha de bateria há 18 anos, falou sobre a expectativa de encerrar o carnaval do Rio à frente da bateria do Acadêmicos do Salgueiro. Esta é a primeira vez que a escola fecha oficialmente a programação das agremiações na Sapucaí, um posto que aumenta a responsabilidade e, segundo ela, também a emoção.
Questionada sobre a diferença de ser a última a entrar na avenida, Vivi ponderou que, tecnicamente, isso não muda o desfile, mas reconheceu o peso simbólico. “Acho que de fato mesmo isso não interfere muito, né? Mas você acaba sendo muito aguardada. É a última escola, fechar o carnaval”, afirmou.
A rainha disse esperar que o Salgueiro consiga “fazer um desfile bacana e levantar a galera”, com o público acompanhando o samba do início ao fim. “Isso que deve ser bacana, essa emoção, essa diferença que eu vou viver hoje aqui”.
Viviane lembrou que já viveu algo parecido em 2009, quando a escola foi campeã e desfilou por último naquela ocasião específica. Ainda assim, garante que a experiência desta vez tem outro significado. “Hoje vai ser diferente”, resumiu.
A atriz também comentou se sua personagem na novela influencia de alguma forma na performance como rainha de bateria. Bem-humorada, fez questão de separar os papéis. “Aqui sou eu, Viviane. Na novela é a personagem. Aqui é bateria”, afirmou.
Sobre a fantasia, adiantou apenas que topou mergulhar na proposta apresentada. “Eu tenho uma ideia do personagem, eu gosto de entrar nisso, me jogar. E aí eu sou a pirata aqui”, disse, referindo-se ao conceito escolhido para a avenida.
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