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Saiba como proteger os seus dados com autenticação de dois fatores

A autenticação de dois fatores é capaz de trazer mais segurança, mas possui algumas brechas que golpistas podem utilizar

14 jun 2024 - 05h00
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Resumo
A autenticação de dois fatores (2FA) é um método de segurança que protege contas e dados pessoais de usuários, porém sua segurança também está sendo ameaçada com os golpes cada vez mais avançados.
Foto: Franck Unsplash / Flipar

A autenticação de dois fatores (2FA) é uma forma de proteger contas, perfis, senhas, entre outros dados pessoais de cada indivíduo na internet. Ela é capaz de trazer segurança para os usuários em caso de roubos de dados, golpes online e até phising. Porém, com a sofisticação dos golpes online, mesmo esse recurso está sendo driblado. 

De forma simples, a 2FA é um método de segurança que requer duas formas de verificação antes de permitir o acesso a uma conta ou serviço. Ela é uma camada a mais de proteção, já que senhas podem ser mais facilmente comprometidas. 

Ainda é possível ter um extra de segurança, com o uso de aplicativos de autenticação, como Google Authenticator, Authy, ou Microsoft Authenticator. Esses aplicativos criam códigos temporários, para que a verificação de identidade seja ainda mais confiável. 

Mas por que ter outro aplicativo para isso? O Instagram, por exemplo, envia uma mensagem de SMS com um código a cada login feito, quando o 2FA está ativado.

Em uma situação de golpe, um bot criado pelos golpistas pode entrar em contato (por SMS ou ligação), solicitando o código que foi enviado. Se a vítima fornece esse número, o acesso à conta fica vulnerável.

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Há casos de links também, para golpes de phishing. Esses robôs podem enviar mensagens ou e-mails com um link específico, para que os golpistas consigam as informações necessárias para entrar na conta. 

Em uma visão de fora, parece muito simples evitar esse tipos de situação. Mas a verdade é que os golpistas sabem exatamente o que fazer. Eles utilizam tecnologias avançadas, com dados verdadeiros de usuários, empresas e redes sociais, imitando situações reais ao entrar em contato com a vítima.

Os bots já têm capacidade de adicionar diversas informações pessoais da vítima no golpe, o tornando mais sofisticado. Nome e sobrenome, usar deep fake de vozes com inteligência artificial (IA), até fingir ser um gerente de banco. Por isso, sempre proteja seus dados no ambiente digital.

  • Evite clicar em links de desconhecidos via WhatsApp, SMS ou e-mail;
  • Jamais compartilhe informações pessoais como CPF, data de nascimento, nome completo, endereço, etc;
  • Se suspeitar de uma ligação ou mensagem, desligue e contate a instituição (como um banco) pelo número listado no site oficial;
  • Acompanhe notícias sobre vazamentos de dados online e, ao notar um acesso suspeito, troque as senhas de e-mail e redes sociais;
  • Nunca compartilhe códigos de acesso por mensagem ou ligação. 
Fonte: Redação Byte
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