O Tinder tentou destruí-la, mas ela deu o troco: criou o rival 'perfeito' e se tornou bilionária
Whitney Wolfe Herd ajudou a criar o Tinder, foi silenciada e respondeu fundando o aplicativo Bumble
O Tinder é hoje um dos aplicativos de relacionamento mais populares do mundo. De acordo com dados da DemandSage, a plataforma reúne mais de 75 milhões de usuários ativos por mês. Mas por trás de toda essa popularidade, existe uma história muito menos conhecida, marcada por disputas internas, assédio, silenciamento e uma batalha judicial que expôs como ambientes tóxicos ainda são comuns na indústria de tecnologia, especialmente para as mulheres.
Em 2012, no auge da expansão do aplicativo, Whitney Wolfe Herd era uma das jovens executivas responsáveis por impulsionar o crescimento da plataforma nos Estados Unidos. Dois anos depois, em 2014, ela deixaria a empresa em meio a acusações de assédio sexual, discriminação e retaliação, dando início a um processo na justiça que repercutiu internacionalmente. O caso terminou com um acordo extrajudicial, mas acabou se tornando o ponto de partida para a criação do Bumble, um dos principais concorrentes do próprio Tinder.
Whitney Wolfe Herd ajudou a construir o Tinder, mas foi retirada de cena após conflitos internos e denúncias de assédio
O Tinder não foi o primeiro aplicativo de relacionamento a existir no mundo, mas pode-se dizer que ele foi o primeiro a realmente dar match com o público. Em poucos anos, a combinação de simplicidade, alcance e timing transformou o app em um dos maiores fenômenos do mercado de tecnologia. Mas o que quase ninguém via naquele momento é que,por trás do crescimento acelerado, se formava um ambiente ...
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