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Relógios inteligentes podem ajudar a detectar doença de Parkinson, diz estudo

Dispositivo pode obter diagnóstico antecipado em relação a observação clínica humana

17 out 2023 - 09h10
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Uma pesquisadora da Universidade de Oxford e sua equipe demonstraram que os dispositivos digitais vestíveis, como relógios inteligentes e pulseiras, podem rastrear a progressão da doença de Parkinson em um indivíduo de forma mais eficaz do que a observação clínica humana, de acordo com um artigo recém-publicado.

Ao rastrear mais de 100 métricas captadas pelos dispositivos, os pesquisadores conseguiram discernir mudanças sutis nos movimentos de indivíduos com Parkinson, uma doença neurodegenerativa que afeta 10 milhões de pessoas em todo o mundo.

O estudo enfatizou que as descobertas mais recentes não são um tratamento para o Parkinson. Em vez disso, são um meio de ajudar os cientistas a avaliar se os novos medicamentos e outras terapias para o Parkinson estão retardando a progressão da doença.

Os sensores (seis por indivíduo, usados no peito, na base da coluna vertebral e um em cada pulso e pé) monitoraram 122 métricas fisiológicas. Várias dezenas de métricas se destacaram por indicar de perto a progressão da doença, inclusive a direção em que um dedo do pé se movia durante um passo e a duração e regularidade das passadas.

Depois que os resultados foram publicados, a Dra. Antoniades e sua equipe foram inundadas com mensagens de colegas e meios de comunicação perguntando se eles haviam encontrado uma cura para o Parkinson. Ela disse que queria deixar claro que o avanço, embora importante, era uma ferramenta que poderia acelerar o desenvolvimento de tratamentos para a doença, mas que não era a resposta para ela.

O que vem a seguir

A Dra. Antoniades disse estar otimista quanto à possibilidade de usar esses sensores para rastrear outras doenças, talvez até mesmo o Alzheimer: uma "infinidade de doenças que reúnem bioengenharia, ciência clínica e ciência do movimento", diz.

Os médicos humanos continuarão sendo uma parte vital do processo, acrescentou ela, com os sensores complementando as observações dos clínicos. A esperança, disse a Dra. Antoniades, "é que isso aumente a capacidade do seu médico de acertar (diagnósticos)".

Estadão
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