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A Coreia do Norte garantiu que seu futuro será muito diferente do da Venezuela; e o motivo se chama "mísseis nucleares"

O direito internacional não desapareceu, porque possivelmente nunca existiu como um escudo autônomo

10 jan 2026 - 10h12
(atualizado em 10/1/2026 às 13h21)
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Foto: Xataka

Quando falamos de estados isolados e sob sanções, um enclave geralmente surge na conversa em algum momento. A Coreia do Norte é uma forte candidata a integrar essa lista de nações com status duvidoso. No entanto, após o ataque de Washington a Caracas, uma ideia vem sendo repetida insistentemente: isso não teria acontecido com Pyongyang.

Essa ideia incômoda

Sim, após o ataque, uma frase vem sendo repetida em análises, discussões e nas redes sociais: "Isso não teria acontecido com a Coreia do Norte". Não se trata de um slogan ideológico ou uma provocação gratuita, mas de uma observação quase empírica que aponta para o cerne do verdadeiro sistema internacional, não aquele ensinado nos livros didáticos.

A razão: a Venezuela não possui armas nucleares, enquanto a Coreia do Norte possui mísseis balísticos intercontinentais armados com ogivas nucleares capazes de atingir o território dos EUA. Essa diferença por si só explica muito mais do que décadas de resoluções, tratados e declarações solenes sobre soberania, legalidade e ordem mundial.

A legalidade internacional como narrativa

A operação contra a Venezuela foi descrita por juristas e organizações internacionais como uma violação flagrante do direito internacional. No entanto, essa condenação não teve consequências práticas (nem parece provável que tenha). Não interrompeu a operação, não reverteu seus efeitos, nem impôs custos reais ao ator que a realizou.

Dessa perspectiva, não se trata de uma anomalia do sistema; pelo contrário, é o ...

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