Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

A Tesla vem produzindo o Optimus há anos; a China acaba de entrar no mercado com quinze empresas e fábricas já construídas

Quinze fabricantes chineses de carros elétricos entraram no mercado de robôs humanoides; sua vantagem é real, mas os 30% mais desafiadores podem decidir quem sairá vitorioso

1 mar 2026 - 09h12
(atualizado às 10h18)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Xataka

A China não está atrasada na corrida da robótica humanoide: ela chega com fábricas, fornecedores, engenheiros e software já amortizados — uma vantagem difícil de superar. A cadeia de suprimentos de um carro elétrico (sensores, motores, baterias, chips, algoritmos de percepção, etc.) se sobrepõe em mais de 60% à de um robô humanoide, segundo estimativas da CITIC Securities.

A XPeng, uma das fabricantes mais avançadas tecnologicamente do setor, também afirma que seu robô reutiliza 70% do mesmo software de IA usado em seus carros. Se esses números forem precisos, as fabricantes chinesas de veículos elétricos não são apenas aspirantes à robótica; elas são claramente líderes.

O panorama geral

Quinze marcas de automóveis chinesas anunciaram programas de robôs humanoides, de acordo com a empresa de análise Kaiyuan Securities. A China já fabrica 70% dos componentes para a robótica industrial "clássica", e o salto para os humanoides aproveita as mesmas fábricas, fornecedores e talentos que lhe conferiram uma posição de liderança em veículos elétricos.

O paralelo com o que a Tesla está fazendo com o Optimus é inevitável, mas a China está executando o projeto com dezenas de empresas simultaneamente, a uma velocidade que nenhuma empresa sozinha consegue acompanhar.

Nas entrelinhas

As apostas divergem tanto quanto as próprias empresas:

Xataka
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade