Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Não tem para onde escapar: quantidades alarmantes de microplásticos foram encontradas na atmosfera, hidrosfera, litosfera e biosfera

Em grandes cidades, concentração varia entre 100 a 1 milhão de vezes mais do que estimativas anteriores indicavam

14 jan 2026 - 12h24
(atualizado em 14/1/2026 às 12h43)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Xataka

A poluição plástica não é mais um problema restrito aos oceanos ou ao solo que pisamos. Uma descoberta recente realizada por pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências revelou que a atmosfera terrestre tornou-se um reservatório gigantesco e subestimado de partículas microscópicas. O estudo, publicado na revista Science Advances, aponta que as concentrações de microplásticos e nanoplásticos no ar das grandes cidades são de cem a um milhão de vezes maiores do que as estimativas anteriores indicavam.

Até agora, a ciência enfrentava dificuldades técnicas para medir com precisão a presença de plásticos no ar, especialmente em escalas nanométricas. A maioria dos estudos anteriores dependia de inspeções manuais ou métodos que não conseguiam capturar as menores partículas. Para superar esse obstáculo, a equipe de cientistas desenvolveu uma técnica de microanálise semiautomática, utilizando microscopia eletrônica controlada por computador. Essa inovação permitiu detectar nanoplásticos de apenas 200 nanômetros, algo inédito em amostras ambientais complexas.

Uma revelação sombria, mas necessária

A pesquisa foi aplicada em duas grandes metrópoles chinesas, Guangzhou e Xi'an, revelando que o ar urbano é uma das vias mais críticas para a disseminação global do plástico. Os dados sugerem que a poeira das estradas e os fenômenos meteorológicos, como chuvas e nevascas, desempenham um papel fundamental na movimentação e deposição desses materiais. Verificou-se que as partículas tendem ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Intoxicação misteriosa faz pessoas ficarem bêbadas mesmo sem ingerir nem ao menos uma gota de álcool — agora a ciência descobriu o motivo

Por que sentimos dor? Estudo genético aponta que nossa sensibilidade à dor pode ter vindo dos neandertais

Nova centrífuga subterrânea da China é tão potente que consegue "comprimir o tempo"

Parece ficção científica, mas é real: Stanford cria pele artificial que muda de forma e cor sozinha

Se você sempre esquece de tomar remédio, o MIT tem a solução definitiva: a tecnologia que transforma pílula em notificação

Xataka
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade