Nem motos velozes, nem carros perigosos: a febre das bicicletas elétricas sofreu uma explosão assustadora de acidentes e virou o maior terror das ciclovias
O que parecia solução para o trânsito virou um novo desafio de segurança nas ciclovias brasileiras
As bicicletas elétricas viraram uma febre nas grandes cidades de vários países do mundo. Mais sustentáveis, silenciosas e muito mais práticas para deslocamentos, elas passaram a ocupar cada vez mais espaço nas ruas brasileiras nos últimos anos. Mas, junto da popularização acelerada, outro número começou a disparar: o de acidentes graves envolvendo esses veículos. Só no Rio de Janeiro, os atendimentos relacionados a bicicletas elétricas e outros veículos de micromobilidade quase dobraram em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo Corpo de Bombeiros ao G1.
O problema preocupa especialistas, hospitais e autoridades municipais. O aumento da circulação desses veículos, capazes de atingir até 32 km/h dentro de ciclovias, muitas vezes sem fiscalização, habilitação ou uso de equipamentos de proteção, transformou esse meio de transporte sustentável em uma nova vertente de acidentes graves. Em muitos casos, as colisões terminaram em traumatismos graves, cirurgias e mortes.
Bikes elétricas deixaram de ser tendência sustentável e viraram alerta de segurança nas ruas
Os números mostram que o crescimento dos acidentes deixou de ser algo pontual. De acordo com levantamento divulgado pelo G1, o Corpo de Bombeiros do Rio registrou 318 acionamentos envolvendo bicicletas elétricas e outros dispositivos de micromobilidade elétrica, entre janeiro e outubro de 2025, contra 166 no mesmo período do ano anterior. O maior salto aconteceu nas colisões, que passaram de 143 para 272 casos.
Mas os ...
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