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Não foi confronto direto: a tática de 'chuva de fogo' da artilharia russa que vitimou mais um brasileiro na guerra contra a Ucrânia

A morte de um paraense expõe a realidade de uma guerra cada vez mais tecnológica, ampliando riscos para estrangeiros que integram forças ucranianas

11 fev 2026 - 15h47
(atualizado às 17h11)
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Foto: Xataka

O alistamento de brasileiros para lutar no conflito entre Rússia e Ucrânia tem acontecido desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. No entanto, não existe um número oficial único divulgado pelo governo brasileiro ou pelas forças armadas ucranianas revelando quantos soldados e voluntários do Brasil foram para o conflito. O que se sabe é que ao menos 22 brasileiros morreram e cerca de 44 permanecem desaparecidos, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty.

Mesmo diante de alertas formais do mistério desaconselhando a ida a zonas de conflito, cidadãos do Brasil continuam se voluntariando para integrar forças militares no exterior. O episódio mais recente envolve o paraense Adriano Silva, que atuava como voluntário integrado às forças ucranianas e morreu após ser atingido por fogo de artilharia na cidade de Kupiansk, no leste da Ucrânia.

O alerta do Itamaraty e o aumento de brasileiros mortos expõem os riscos do alistamento em guerras militares no exterior

Em toda guerra, há risco - essa é uma verdade quase absoluta. Por isso, quem decide sair do seu país de origem e se alistar em um conflito armado, sabe que estará exposto a armamentos pesados e risco constante. Mesmo  assim, brasileiros continuam se alistando para participar do conflito entre Rússia e Ucrânia. 

O motivo? Parte deles relata motivações ideológicas, como a defesa da soberania ucraniana, enquanto outros mencionam experiência militar, busca por propósito, engajamento político ou ...

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