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Múmias "alienígenas" do Peru passam por novas análises de DNA; entenda

Pesquisadores afirmam que 30% do DNA é desconhecido; outros, no entanto, permanecem céticos

17 jun 2024 - 10h26
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Espécimes anteriores foram apresentados ao Congresso do México em setembro do ano passado (Foto: Jam Press)
Espécimes anteriores foram apresentados ao Congresso do México em setembro do ano passado (Foto: Jam Press)
Foto: Rerprodução

Pesquisadores vão realizar novas análises de DNA em múmias desenterradas no Peru, que acredita-se ser de origem alienígena. Os achados, descobertos na região de Nazca em 2017, geraram polêmica desde então, com cientistas divididos sobre suas ocorrências.

Um grupo de pesquisadores liderado pelo autoproclamado especialista em óvnis e jornalista, Jaime Maussan, afirma que as múmias são uma prova de vida extraterrestre.

Eles apontam para a aparência incomum das múmias, que possuem crânios alongados e ossos delgados, como evidência de sua origem específica.

Maussan também afirma que testes de DNA revelaram que 30% do material genético das múmias é desconhecido para a ciência.

No entanto, outros cientistas permaneceram céticos. Eles argumentaram que os achados podem ser simplesmente os restos mortais de pessoas com doenças ou deformidades genéticas.

O Ministério da Cultura do Peru também descartou hipóteses de origem extraterrestre, classificando como múmias como bonecos feitos por saqueadores de túmulos.

Em meio à disputa, os pesquisadores estão buscando análises mais aprofundadas para determinar a verdadeira origem das múmias. Novos testes de DNA estão sendo realizados por cientistas americanos e europeus, e os resultados são esperados para as próximas semanas.

Ao DailyMail, cientistas disseram que um processo de R$ 1,6 bilhões (US$ 300 milhões) está em andamento para análises mais profundas.

Fonte: Redação Byte
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