Algo se rompeu entre a Europa e os EUA: França abandona Zoom e Teams e almeja algo maior
Europa começa a questionar dependência digital de grandes empresas de tecnologia americanas Computação em nuvem e cibersegurança se tornam nova frente estratégica
Por anos, os serviços digitais de empresas americanas desfrutaram de uma posição claramente dominante nos mercados internacionais. Uma combinação de confiança consolidada e falta de alternativas regionais competitivas em muitas frentes expandiu constantemente sua base de usuários, tanto individuais quanto corporativos, ao mesmo tempo que alimentou uma enxurrada de contratos milionários também com governos e administrações públicas.
A presença das grandes empresas de tecnologia americanas no Velho Continente é impossível de ignorar. Gmail, Instagram ou YouTube fazem parte do cotidiano de milhões de usuários. Da mesma forma, é comum encontrar computadores de órgãos públicos rodando Windows, Office ou Microsoft 365, um cenário tão normalizado que raramente é questionado.
A essa camada visível, soma-se outra muito menos óbvia, mas talvez ainda mais estratégica: a computação em nuvem. Provedores como Azure, Microsoft, AWS, Amazon ou Google Cloud hospedam de tudo, desde serviços do dia a dia até infraestruturas críticas. Ao mesmo tempo, na área de cibersegurança, plataformas como o CrowdStrike Falcon estão integradas ao núcleo de sistemas sensíveis usados por aeroportos, companhias aéreas ou instituições financeiras.
Quando a dependência tecnológica se torna um risco estratégico
No entanto, esse equilíbrio começa a apresentar rachaduras. A questão não é mais apenas quem fornece o serviço, mas o que aconteceria se esse parceiro considerado confiável deixasse repentinamente de sê-lo. ...
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