Parece Brasil: por causa da criminalidade, cresce a procura por cães de defesa no Reino Unido
Mercado pode valer 2,5 bilhões de dólares até 2035
Diz o ditado popular que o cachorro é o melhor amigo do homem. No Reino Unido, cada vez mais gente acredita que ele pode ser algo mais: seu melhor protetor. Graças à visibilidade que as redes sociais e as celebridades vêm dando ao tema, os cães de guarda têm crescido em popularidade no país.
Eles não são baratos, trazem muito mais responsabilidades do que um animal de estimação "convencional" e se inserem em um marco legal complexo, mas isso não impede que estejam cada vez mais comuns. Há quem até preveja que o mercado de cães de defesa pessoal seja bilionário e esteja em plena expansão no Reino Unido.
O jornal The Guardian publicou há alguns dias uma ampla reportagem explicando que os cães de defesa estão se tornando um negócio cada vez mais rentável no Reino Unido. Não há muitas estatísticas nem dados oficiais que confirmem a tendência (ao menos o The Guardian não apresenta), mas a mensagem do setor é clara. "A demanda aumentou, sem dúvida", confirma Alaster Bly, fundador da K9 Protector, empresa especializada em "cães de guarda de proteção altamente treinados para segurança". Há inclusive adestradores que oferecem cursos especiais para educar animais que as pessoas já têm em casa.
Uma busca rápida no Google mostra um bom número de empresas e blogs britânicos dedicados exatamente a isso: vender ou informar sobre cães de defesa. E essa não é a única pista. Há inclusive relatórios de mercado que garantem que se trata de um negócio em plena expansão.
Um estudo recente ...
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