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Linha de fone de ouvido sem fio da Huawei quer conquistar 'bolsos' a partir de R$ 280; veja modelos

Família FreeBuds está no Brasil há dois anos e tem modelos que variam de R$ 280 a 1,3 mil

25 nov 2022 - 05h10
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Já foi o tempo em que fones de ouvido sem fio eram novidade no mercado — e as marcas têm lançado cada vez mais modelos para atender diversos gostos e bolsos para conquistar consumidores. De olho na diversificação de produtos nas prateleiras, os modelos FreeBuds Pro 2 e FreeBuds SE, da Huawei, chegaram ao Brasil no final de setembro mirando usuários de diferentes perfis econômicos na hora de abrir a carteira para comprar um dispositivo do tipo.

A empresa não é a única que aposta nos fones sem fio por aqui. Fabricantes internacionais como Apple, Samsung e Xiaomi também já lançaram seus produtos — com mais ou menos ferramentas — por aqui e já caíram no gosto do público. Por aqui, os últimos lançamentos da chinesa chegaram com preços de R$ 280 a R$ 1,3 mil para tentar fisgar o usuário no que considera um bom custo-benefício.

FreeBuds Pro 2

O FreeBuds Pro 2 é o modelo para usuários que querem mais qualidade de som e cancelamento ativo de ruído para os fones de ouvido. O aparelho tem ponteira de borracha e é intra-auricular, com dois modos de som: cancelamento de ruído ou percepção ambiente — este é uma espécie de estágio intermediário entre o filtro de sons e a possibilidade de ouvir o ambiente ao redor.

Além disso, o aparelho é menor que outros fones da mesma família, o que deixa o dispositivo mais discreto. O fone também conta com duas saídas de som por fone: uma na extremidade e outra na lateral — ainda na parte de encaixe no ouvido.

Com uma recarga, a bateria pode durar até 4 horas em uso intenso, mas em uso moderado a vida útil chega a 6 horas. No estojo, o carregamento leva pouco mais de 1 hora para atingir o nível total e o fone ganha uma sobrevida de cerca de 18 horas.

Os controles do fone, porém, podem ficar um pouco confusos para os usuários. A Huawei adicionou no FreeBuds Pro 2 um comando para apertar o aparelho e pular músicas, atender telefone e regular o cancelamento de ruído. Para isso, é preciso pinçar o aparelho e fazer o movimento de apertar um botão — os comandos específicos podem ser mudados no app da empresa.

O ajuste de volume é feito por um movimento de deslizar os dedos pela haste do fone, o que nem sempre é fácil ou prático — com os dedos em formato de pinça, o usuário desliza para cima e para baixo para alterar o som. O movimento, às vezes, enrosca na orelha ou no cabelo, porque a haste do fone é pequena. Não foi a melhor solução para o recurso.

Apesar disso, o fone compensa pela tecnologia TWS (True Wireless Stereo), que permite um som semelhante ao 3D. A embalagem vem com três tamanhos de ponteira de borracha e o fone é vendido no Brasil por R$ 1,3 mil.

FreeBuds SE

Já o Huawei FreeBuds SE é um modelo de entrada para quem quer experimentar um fone de ouvido sem fio sem gastar muito. Vale lembrar que o modelo não possui cancelamento de ruído, o que pode fazer a diferença na escolha pelo modelo.

O dispositivo também tem ponteira de borracha e um formato mais curvo, para se acomodar melhor no ouvido, já que não possui suporte para isolar o áudio fora de ligações. A embalagem traz três tamanhos de encaixe para o usuário.

Por ser menos isolante, o som sofre com a interferência do ambiente — o que faz do fone realmente um modelo para usuários com demandas mais simples. Para isso, porém, o fone cumpre bem o seu papel: sem comandos complicados, o dispositivo funciona com pequenos toques na lateral do fone para pausar ou continuar músicas e áudios.

A autonomia do fone permite que ele fique aproximadamente 15 horas longe do estojo de carregamento e, com uma recarga, ele pode durar até 24 horas. No Brasil, o FreeBuds SE chegou por R$ 280.

Um ponto comum nos dois fones é a forma como eles se encaixam no ouvido. Mesmo com a proposta de serem intra-auriculares, os aparelhos não se seguram tão bem se usados por muito tempo ou se o usuário utilizar o dispositivo para fazer exercícios. O contato com o suor faz com que a borracha da ponta perca a aderência e caiam da orelha — a primeira versão do FreeBuds, lançada em 2020 e sem as ponteiras, parece oferecer quase a mesma experiência nesse sentido, por exemplo.

Ainda assim, para uso no escritório, em casa ou nos estudos, o fone é uma opção bastante viável em comparação aos modelos tradicionais no mercado. As duas versões também são fáceis de conectar com os sistemas operacionais Android e iOS, da Apple, sem precisar do aplicativo da Huawei — este, porém, oferece uma gama maior de personalização para os fones.

Além do design bonito que as duas versões oferecem, o carregamento é via cabo USB-C, compatível com grande parte dos carregadores, e uma carga rápida de 30 minutos na tomada já prolonga bem a vida do aparelho. A Huawei não possui um canal de vendas próprio no Brasil e os produtos da empresa podem ser encontrados em varejistas parceiras como Amazon e Americanas.

Estadão
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