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Juiz determina que LinkedIn não pode bloquear startup de acessar dados de perfis públicos

15 ago 2017 - 14h24
(atualizado às 14h42)
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Um juiz federal norte-americano determinou que o LinkedIn, da Microsoft, não pode impedir que startups acessem dados de perfis públicos, em um teste de quanto controle uma rede social pode exercer sobre a informação que sues usuários consideram públicas.

Logo do LinkedIn é visto em Mountain View, Estados Unidos 
6/2/2013 REUTERS/Robert Galbraith/File Photo
Logo do LinkedIn é visto em Mountain View, Estados Unidos 6/2/2013 REUTERS/Robert Galbraith/File Photo
Foto: Reuters

O juiz Edward Chen, em San Francisco, concedeu uma liminar à solicitação da hiQ Labs e determinou que o LinkedIn remova, dentro de 24 horas, qualquer tecnologia que impeça a hiQ de acessar perfis públicos.

Considera-se que o caso tenha implicações além das duas empresas e pode determinar quanto as companhias têm controle sobre os dados disponíveis publicamente hospedados em seus serviços.

O LinkedIn pretende recorrer da decisão, disse a porta-voz da companhia Nicole Leverich. "Continuaremos a lutar para proteger a capacidade de nossos membros de controlar as informações que disponibilizam no LinkedIn".

A hiQ Labs usa dados disponíveis publicamente e inteligência artificial para ajudar empresas a identificar potenciais clientes. Os dados do LinkedIn são usados para criar algoritmos capazes de prever os comportamentos dos funcionários, como quando eles deixariam o emprego.

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