Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Japão está farto da enorme onda de turistas e tomou uma decisão: triplicar impostos

Aautoridades estão debatendo a implementação de uma taxa fixa para todos os turistas: de 1 a 3 mil ienes

3 fev 2026 - 11h55
(atualizado em 3/2/2026 às 09h07)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Xataka

O Japão enfrenta um dilema: o país desfruta de um verdadeiro boom turístico, que permite bater recordes de visitantes estrangeiros e injetar bilhões de ienes na economia, mas essa popularidade tem um lado negativo. O Japão vem demonstrando sinais de uma clara saturação que afeta seus habitantes e aumenta a pressão sobre seus serviços públicos e infraestrutura.

Diante desse cenário, uma ideia começa a ganhar força: triplicar um dos impostos pagos por todos os turistas no país, a "taxa de saída".

Triplicar o imposto?

É isso mesmo. No momento, trata-se apenas de uma ideia em discussão, mas já bastante concreta para ter entrado no debate político e monopolizado as manchetes em veículos como Nikkei, Kyodo e Asashi Shimbun.

O governo japonês e os partidos da coalizão governista estão considerando aumentar a "taxa de saída", uma taxa aplicada desde 2019 e que deve ser paga por todos os turistas que deixam o país, sejam estrangeiros ou locais, viajando a lazer ou a trabalho. A ideia também foi debatida em uma comissão de turismo do Partido Liberal Democrático, a coligação no poder.

Na prática, triplicar a taxa equivale a alterar um imposto que atualmente custa 1.000 ienes (R$ 34) por pessoa, chegando a 3.000 ienes (R$ 102), ou até mais. A proposta do Partido Liberal Democrático é que o aumento seja implementado já no ano fiscal de 2026 e que seja sentido principalmente nos bolsos dos viajantes da classe executiva ou daqueles que viajam a negócios. Para eles, a taxa internacional ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Em 1901, um senhor espanhol inventou o controle remoto muito antes de surgir a televisão

Adeus, Peru: a região vizinha que cansou de Lima e quer se tornar o "novo estado" do Brasil

Investiu 28 milhões, agora tem 2,1 bilhões — como o "magnata do ouro" enriqueceu apostando em uma mina que nem sequer funciona

Ensino técnico explode na China: cada vez mais estudantes da Geração Z preferem os ofícios aos diplomas universitários

Nem IA, nem ações: a atividade que cresceu 4.000% em Davos durante o Fórum Econômico Mundial foi o serviço de acompanhantes

Xataka
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade