Vacinar contra gripe durante gravidez pode ajudar bebê
23 mai2012 - 20h01
(atualizado às 20h58)
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A vacinação de mulheres grávidas contra a gripe também ajuda a proteger a saúde dos bebês antes e após o parto, indica um estudo publicado no American Journal of Public Health. Baseado em dados estatísticos da província canadense de Ontario, o estudo comparou grupos de mulheres grávidas que receberam ou não a vacina contra a gripe H1N1 durante a pandemia de 2009-2010, que matou mais de 14 mil pessoas no mundo.
"Nossos resultados sugerem que a vacinação contra a gripe H1N1 no segundo e terceiro trimestres de gravidez está associada a uma melhoria nos resultados fetais e neonatais durante a recente pandemia", indicam os pesquisadores, que destacam a necessidade de confirmar a conclusão com outros estudos.
No início do mês, outro grupo de pesquisadores canadenses descobriu que a vacina contra o H1N1 gerou uma série de anticorpos que protegem contra muitos tipos de gripe, incluindo a altamente letal cepa H5N1 - a gripe aviária.
A britânica Hannah Jones após a primeira cirurgia para retirar um tumor do cérebro. A jovem passou por três procedimentos, mas no terceiro, o mais arriscado, sofreu um derrame
A britânica Hannah Jones após a primeira cirurgia para retirar um tumor do cérebro. A jovem passou por três procedimentos, mas no terceiro, o mais arriscado, sofreu um derrame
Foto: Caters News / The Grosby Group
Os médicos acreditavam que ela teria sequelas permanentes. Hannah, que tinha 15 anos, teve o tumor retirado, mas não conseguia falar, ficar em pé e nem se alimentar sozinha
Foto: Caters News / The Grosby Group
A recuperação da jovem surpreendeu os médicos e em quatro meses ela já conseguia ficar em pé e depois superou cada uma das sequelas
Foto: Caters News / The Grosby Group
Enquanto ainda fazia quimioterapia, ela passou com nota A no GCSE - uma espécie de Enem britânico
Foto: Caters News / The Grosby Group
Hoje, com 18 anos, Hannah está na universidade e quer ser professora. Ela ainda levanta fundos para a pesquisa contra o câncer no cérebro. Leia mais. Veja a seguir outros casos com desfechos que os médicos não esperavam
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O adolescente Steven Thorpe teve morte cerebral diagnosticada por quatro médicos quando tinha 17 anos. Foi a opinião de uma quinta especialista, contratada pelo pai do adolescente, que salvou sua vida. Leia mais
Foto: Reprodução
O famoso físico Stephen Hawking ouviu de médicos quando tinha 21 anos que não teria muito tempo pela frente. O britânico sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), mas conseguiu completar 70 anos em janeiro de 2012. Leia mais
Foto: AFP
Connah Broom, 10 anos, tinha 11 tumores e uma quimioterapia que dava poucos resultados. Ele surpreendeu aos médicos ao responder bem a um tratamento alternativa e conseguir combater a doença. Leia mais
Foto: BBC Brasil
Timothy Ray Brown surpreendeu não apenas os médicos, mas o mundo inteiro ao ser considerado a primeira pessoa curada da aids. Brown recebeu um transplante de medula de um paciente com resistência à doença e se livrou do HIV. Mas os médicos alertam: o procedimento é mais perigoso que a própria aids.Leia mais
Foto: AP
O menino escocês Jordan Harden viu uma leucemia contra a qual lutava havia dois dos seus três anos de vida desaparecer repentinamente. Os médicos já desistiam de Jordan após o tratamento não dar resultado. Leia mais
Foto: BBC Brasil
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