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Pesquisa

Falta de sono aumenta risco de pegar gripe, diz estudo

23 set 2009 - 20h20
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Com a aproximação da temporada de resfriados, muitos americanos começam a estocar sua vitamina C e equinácea. Mas prestar atenção ao velho conselho de manter o sono em dia pode ser mais importante. Estudos sugerem que sono ruim e susceptibilidade a resfriados andam de mãos dadas e cientistas acreditam que isso pode ser um reflexo do papel do sono na manutenção das defesas do corpo.

Em um recente estudo para o periódico The Archives of Internal Medicine, cientistas acompanharam 153 homens e mulheres durante duas semanas, registrando a qualidade e duração do seu sono. Depois, colocaram os indivíduos em quarentena por um período de cinco dias e os expuseram ao vírus do resfriado. Aqueles que dormiram uma média menor do que sete horas por noite se mostraram três vezes mais suscetíveis a ficarem doentes do que aqueles com média de ao menos oito horas.

Sono e imunidade, ao que parece, estão estreitamente ligados. Estudos descobriram que mamíferos que precisam de mais horas de sono também produzem mais células brancas, que combatem doenças - mas não células vermelhas, embora ambas sejam produzidas na medula óssea e tenham a mesma origem celular. E pesquisadores do Instituto Max Planck para Antropologia Evolucionária mostraram que espécies que dormem mais apresentam maior resistência a patogênicos.

"Espécies que desenvolveram um sono mais longo", escreveram os cientistas do instituto, "parecem ser capazes de investir mais em seus sistemas imunes e ficar mais protegidas".

A CONCLUSÃOPesquisa sugere que dormir mal pode aumentar a susceptibilidade a resfriados.

Tradução: Amy Traduções

The New York Times
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