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Dilma: países ricos devem emitir menos gases de efeito estufa

Dilma: países ricos devem emitir menos gases de efeito estufa

4 nov 2011 - 12h14
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Em discurso nesta sexta-feira, durante sessão de trabalho sobre meio ambiente na reunião do G20, em Cannes, na França, a presidenta Dilma Rousseff defendeu que os países desenvolvidos e em desenvolvimento assumam compromissos diferenciados em relação à emissão de gases de efeito estufa. As informações foram divulgadas pelo Blog do Planalto.

"Os efeitos perversos sobre a emissão de gases de efeito estufa exigem iniciativas urgentes, sem pôr obrigações financeiras adicionais aos países em desenvolvimento. A responsabilidade pública dos países desenvolvidos é central e deve ser combinada com a participação da iniciativa privada. Na questão do financiamento, não pode haver obrigações intransponíveis para os países em desenvolvimento", disse a presidente.

Ela comentou que a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento, a Rio+20, será uma oportunidade para "a discussão do modelo de desenvolvimento que as nações querem para o futuro". o encontro está marcado para junho de 2012, no Rio de Janeiro.

De acordo com o Blog do Planalto, Dilma disse ainda que a Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 17), que será realizada neste mês em Durban, na África do Sul, "não pode ser o insucesso de Copenhague", referindo-se à última conferência, ocorrida no ano passado.

Em Durban, os países em desenvolvimento vão oferecer contribuição, mas a redução das emissões deve ser compatível com a redução da pobreza, disse a presidenta, lembrando o compromisso voluntário assumido pelo Brasil em Copenhague, de redução de emissões de 36% a 39% em relação à projeção de 2020.

O Greenpeace comemora nesta quinta-feira 40 anos de atuação. A instituição teve uma trajetória turbulenta, mas manteve seu sentido de independência, valendo-se apenas de doações pessoais no lugar de aportes governamentais e do financiamento de empresas. Os milhares de protestos realizados pelo mundo, que muitas vezes terminam em prisão, são a marca do movimento
O Greenpeace comemora nesta quinta-feira 40 anos de atuação. A instituição teve uma trajetória turbulenta, mas manteve seu sentido de independência, valendo-se apenas de doações pessoais no lugar de aportes governamentais e do financiamento de empresas. Os milhares de protestos realizados pelo mundo, que muitas vezes terminam em prisão, são a marca do movimento
Foto: Arte Terra/ AFP/ Getty Images / Getty Images
Agência Brasil Agência Brasil
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