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Wagner Moura é capa da Time e entra na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo

"Há algo nele que remete à velha Hollywood, o que o torna uma anomalia entre a maioria dos atores contemporâneos", afirma a revista sobre o artista brasileiro

15 abr 2026 - 20h11

Wagner Moura entrou para a lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo. O ator ganhou destaque internacional após protagonizar 'O Agente Secreto', obra de Kleber Mendonça Filho que rendeu quatro indicações ao Oscar, incluindo as categorias de Melhor Ator e Melhor Filme.

"Há algo nele que remete à velha Hollywood, o que o torna uma anomalia entre os atores contemporâneos", diz a revista sobre Wagner Moura
"Há algo nele que remete à velha Hollywood, o que o torna uma anomalia entre os atores contemporâneos", diz a revista sobre Wagner Moura
Foto: Arturo Holmes/Getty Images / Bons Fluidos

Wagner Moura na Time

Além da inclusão entre personalidades reconhecidas, como Zoe Saldaña, Dakota Johnson e o Papa Leão XIV, o ator brasileiro estampou uma das capas da revista. Na matéria exclusiva, que conta com uma entrevista com Moura, a jornalista da Time e especialista em cinema, Stephanie Zacharek, relembrou o sucesso mundial de 'O Agente Secreto'. "A obra tem repercutido com o público no mundo todo — especialmente nos Estados Unidos", afirmou.

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Já o artista, foi referenciado como o primeiro brasileiro a concorrer ao Oscar de Melhor Ator. A profissional também declarou que "há algo nele que remete à velha Hollywood". "Isso faz parecer uma raridade entre a maioria dos atores contemporâneos. Seu charme discreto e seu senso de humor travesso equilibram qualquer tendência à seriedade excessiva. Então, é fácil imaginá-lo com um robe elegante dos anos 1930, fumando sem fumar", esclareceu.

Um artista que se manifesta

De acordo com a revista, em um mundo cada vez mais digital, Wagner Moura ainda "é o antídoto analógico que a gente nem sabia que precisava". Um parte do texto, inclusive, destaca seu estilo de vida, citando o perfil discreto, o fato de evitar redes sociais, ouvir música em vinil e dirigir um Fusca de 1959. Além disso, a publicação ressaltou como a formação em jornalismo influencia sua visão sobre arte e política, o que se reflete em seus trabalhos.

 "Se você gosta de estrelas de cinema que sejam vistas — e admiradas — mas não ouvidas, Wagner Moura não é o seu cara (...) Ele fala abertamente o que pensa sobre questões políticas tanto em seu país de origem quanto no país que o acolheu". 'Escute', diz ele quando nos encontramos em meados de março, 'eu sou muito franco. Eu falo o que penso. Não tenho medo. Nunca tive medo de dizer o que acredito, porque é assim que eu sou'", diz um trecho da entrevista.

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