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Thais Carla aposta na toxina botulínica como aliada da autoestima após perda de mais de 80 kg

Após transformação corporal intensa, atriz Thais Carla reforça que autocuidado também passa por escolhas estéticas conscientes

19 jan 2026 - 21h22
(atualizado às 21h25)

Thais Carla segue celebrando cada etapa de sua transformação. Após eliminar mais de 80 quilos e estrear recentemente nos palcos como protagonista do musical Hairspray, a atriz e influenciadora digital decidiu dar mais um passo no cuidado com a própria imagem: a aplicação de toxina botulínica para suavizar linhas de expressão do rosto.

Thais Carla aposta na toxina botulínica
Thais Carla aposta na toxina botulínica
Foto: Reprodução/Instagram / Bons Fluidos

Em suas redes sociais, Thais compartilhou com os seguidores a decisão com naturalidade e afeto. "Já perdi 84 kg e decidi retocar o botox no rosto. Se amar é se escolher todos os dias, com gentileza, coragem e verdade", escreveu. A artista, que passou por uma cirurgia bariátrica em abril de 2025 em Salvador, ainda revelou que pretende perder mais 25 quilos, respeitando o próprio tempo e processo.

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Para a Dra. Fernanda Nichelle, médica especialista em estética, a escolha é um movimento cada vez mais comum entre pacientes que passam por grandes mudanças corporais. "A toxina botulínica não transforma quem a pessoa é, ela apenas suaviza marcas de expressão que muitas vezes não acompanham a nova fase emocional e física do paciente. É um procedimento que pode contribuir muito para a harmonia facial e para a forma como essa pessoa se reconhece no espelho", explica.

Segundo a médica, a toxina botulínica também tem um papel preventivo, especialmente em rostos que passaram por emagrecimentos significativos. "Após grandes perdas de peso, é comum que algumas linhas fiquem mais evidentes. Quando bem indicado e aplicado com naturalidade, o resultado é leve, respeita as expressões e fortalece a autoestima, sem exageros", completa Dra. Fernanda Nichelle.

Aos poucos, Thais Carla transforma não apenas o corpo, mas também o discurso: o de que procedimentos estéticos podem ser ferramentas de autocuidado, e não de imposição, quando partem de uma escolha consciente e pessoal.

*Fonte: Assessoria Márcia Stival

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