Aos 40 anos, Marta segue firme no futebol e afastou rumores de aposentadoria em entrevista à Marie Claire. A camisa 10 da Seleção Brasileira revelou sua motivação para disputar a Copa do Mundo de 2027 no Brasil e destacou sua vontade de conquistar um título mundial coletivo. Ela também exaltou o legado de gerações anteriores. ⚽
Aos 40 anos, Marta garantiu que ainda não pensa em encerrar a carreira. Em entrevista à revista Marie Claire, a camisa 10 da Seleção Brasileira afirmou que conhece seus próprios limites e que a decisão de parar será tomada apenas quando sentir que chegou o momento certo.
A maior jogadora da história do futebol feminino também afastou as especulações sobre aposentadoria e deixou claro que segue motivada para disputar a Copa do Mundo de 2027, que será realizada no Brasil. "Eu me conheço melhor do que ninguém. Sei dos meus limites, mas sei também da minha capacidade", afirmou.
Marta segue motivada para disputar a Copa do Mundo
Durante a entrevista, Marta destacou que continuar competindo em alto nível exige dedicação diária e muitos sacrifícios ao longo da carreira. Segundo ela, permanecer em atividade aos 40 anos é resultado de escolhas feitas durante toda a vida como atleta.
A craque ainda sonha em conquistar o título mundial diante da torcida brasileira. Apesar da expectativa em torno de uma possível despedida, Marta revelou que não sente mais o peso da cobrança.
"Minha vida inteira tive essa cobrança, então já não sinto mais esse peso. Eu não perco uma noite de sono pensando na Copa do Mundo Feminina do ano que vem", comentou.
Craque trocaria títulos individuais por um Mundial com a Seleção
Dona de uma trajetória histórica, com seis prêmios de melhor jogadora do mundo pela FIFA, Marta revelou que abriria mão de todas as conquistas individuais por um título coletivo com a Seleção Brasileira.
"Se pudesse, trocaria todos os meus títulos individuais por um coletivo, porque sei o quanto isso é importante para as meninas da Seleção, para o nosso país e para o povo brasileiro", disse.
A atacante também fez questão de dividir o protagonismo com outras gerações de atletas que ajudaram a construir o futebol feminino no país. Para Marta, seu legado faz parte de um projeto iniciado muito antes de sua carreira.
"Não sou pioneira, sou uma continuação de um projeto de milhares de atletas que começaram antes de mim", concluiu.