Dicas simples para combater a barriga estufada e quando buscar um médico

Alimentação, hidratação e pequenas mudanças na rotina podem fazer diferença para reduzir a sensação de barriga inchada

24 jul 2026 - 12h25
Resumo
A sensação de barriga estufada é comum e pode ser aliviada com simples mudanças no dia a dia, como mastigar devagar, beber água e consumir fibras gradualmente. No entanto, se o problema vier acompanhado de sintomas graves, como dor intensa ou perda de peso, é essencial procurar um médico para investigação. 🥗💧

A sensação de barriga estufada é um incômodo comum e pode surgir por diferentes motivos, como excesso de gases, prisão de ventre, alimentação inadequada ou até mesmo estresse. Na maioria das vezes, o problema é passageiro e pode ser amenizado com algumas mudanças simples na rotina.

Mudanças na alimentação e no estilo de vida podem ajudar a combater o inchaço abdominal
Mudanças na alimentação e no estilo de vida podem ajudar a combater o inchaço abdominal
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

No entanto, se o inchaço for frequente, intenso ou vier acompanhado de sintomas como dor forte, perda de peso ou sangue nas fezes, é importante procurar avaliação médica para investigar a causa.

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Enquanto isso, alguns hábitos podem ajudar a aliviar o desconforto e melhorar o funcionamento do sistema digestivo.

1. Mastigue os alimentos com calma

Comer rápido faz com que você engula mais ar durante as refeições, o que favorece a formação de gases e aumenta a sensação de barriga inchada.

Além disso, mastigar bem os alimentos facilita o processo de digestão e reduz a sobrecarga do estômago.

2. Beba bastante água

A hidratação é essencial para o bom funcionamento do intestino. Quando o organismo recebe pouca água, as fezes tendem a ficar mais ressecadas, favorecendo a prisão de ventre e o inchaço abdominal.

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A recomendação diária varia conforme idade, peso, clima e nível de atividade física.

3. Consuma mais fibras aos poucos

Frutas, verduras, legumes, aveia e cereais integrais ajudam a regular o intestino. Porém, o aumento do consumo de fibras deve ser gradual e sempre acompanhado de uma boa ingestão de água.

Caso contrário, o efeito pode ser justamente o contrário, aumentando os gases e o desconforto.

4. Evite exagerar em alimentos ultraprocessados

Produtos ricos em sódio, açúcar e gorduras, como salgadinhos, embutidos, refrigerantes e refeições prontas, podem favorecer a retenção de líquidos e piorar a sensação de estufamento.

Dar preferência a alimentos frescos costuma beneficiar a digestão.

5. Pratique atividade física regularmente

Movimentar o corpo estimula o funcionamento do intestino e facilita a eliminação dos gases.

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Uma caminhada de 20 a 30 minutos após as refeições, por exemplo, já pode contribuir para reduzir o desconforto em algumas pessoas.

6. Identifique alimentos que causam desconforto

Alguns alimentos podem provocar mais gases em pessoas sensíveis, como feijão, brócolis, couve-flor, cebola, leite e bebidas gaseificadas.

Isso não significa que eles precisem ser eliminados da alimentação, mas vale observar se existe relação entre o consumo e os sintomas. Em caso de dúvidas, procure orientação de um nutricionista.

7. Controle o estresse

O intestino e o cérebro estão diretamente conectados. Situações de ansiedade e estresse podem alterar o funcionamento intestinal e aumentar a produção de gases ou a sensação de barriga estufada.

Atividades como meditação, exercícios físicos e uma boa qualidade de sono ajudam a reduzir esse impacto.

8. Não ignore a vontade de evacuar

Adiar repetidamente a ida ao banheiro pode favorecer a prisão de ventre, aumentando o acúmulo de fezes e gases no intestino.

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Criar uma rotina e respeitar os sinais do corpo é uma forma simples de preservar a saúde intestinal.

Quando a barriga estufada merece atenção?

Embora o inchaço abdominal geralmente esteja relacionado a hábitos alimentares ou ao funcionamento do intestino, alguns sinais exigem avaliação médica. Procure atendimento se a barriga estufada vier acompanhada de:

  • Dor abdominal intensa ou persistente;
  • Febre;
  • Vômitos frequentes;
  • Sangue nas fezes;
  • Perda de peso sem explicação;
  • Alteração persistente do hábito intestinal.

Nesses casos, o sintoma pode estar relacionado a condições que precisam de diagnóstico e tratamento específicos. Mudanças na rotina ajudam a aliviar o desconforto em muitas situações, mas não substituem a avaliação de um profissional de saúde quando os sintomas persistem.

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