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terremoto de magnitude 7,8atingiu o sul das Filipinas na manhã desta segunda-feira (8). O tremor derrubou prédios, causou deslizamentos de terra e matou ao menos 32 pessoas.
Prédios caem durante terremoto nas Filipinas
— Portal Em Tempo (@portalemtempo) June 8, 2026
Terremoto deixa rastro de destruição
A cidade de General Santos concentrou parte dos maiores estragos materiais provocados pelo terremoto. A força do abalo derrubou edifícios inteiros, incluindo um centro comercial e uma unidade escolar. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram as estruturas desabando poucos segundos após o início dos tremores. Enquanto a população tenta absorver o impacto, equipes de resgate seguem mobilizadas em uma corrida contra o tempo para localizar desaparecidos e retirar as vítimas presas sob os escombros. Na cidade de Glan, localizada na província de Sarangani, um deslizamento de terra soterrou moradias e causou a morte de pelo menos 13 moradores.
Impacto na infraestrutura de transportes e fechamento de aeroporto
Por outro lado, o desastre natural comprometeu seriamente a infraestrutura de serviços essenciais na região sul do país. O aeroporto internacional de General Santos precisou suspender todas as suas operações temporariamente para a realização de inspeções detalhadas de segurança nas pistas e terminais. Como consequência direta do fechamento, as companhias aéreas locais cancelaram imediatamente ao menos 17 voos domésticos.
More wild footage from today's massive earthquake in the Philippines. pic.twitter.com/Cdylad2d7W
— Breaking911 (@Breaking911) June 8, 2026
Mobilização internacional e monitoramento de ondas gigantes
Contudo, o perigo iminente de uma tragédia ainda maior mobilizou os centros internacionais de monitoramento oceânico. Logo após o primeiro grande impacto, os órgãos emitiram alertas urgentes de tsunami para as áreas litorâneas das Filipinas, Indonésia, Japão e Taiwan. As autoridades orientaram os moradores das regiões costeiras a buscarem abrigos em pontos geograficamente mais altos de suas cidades.
"Inicialmente, especialistas alertaram para ondas de até três metros", informavam os relatórios preliminares das agências de geofísica. Felizmente, os registros posteriores apontaram que as perturbações marítimas foram menores, atingindo uma altura máxima de 1,4 metro. Horas depois do susto inicial, os órgãos responsáveis suspenderam os alertas de perigo sem registrar danos significativos causados pelo avanço do mar.
Em suma, o foco total das autoridades locais se concentra na busca por sobreviventes nas áreas urbanas e rurais da ilha de Mindanao. O restabelecimento da energia elétrica e das redes de comunicação também segue como prioridade para garantir que os hospitais consigam atender o fluxo constante de feridos. O país enfrenta agora o doloroso processo de reconstrução estrutural e amparo psicológico às famílias atingidas pelo pior abalo do ano.