Trump critica Bad Bunny no Super Bowl e chama show de 'nojento': 'Ninguém entende o que esse cara fala'

Presidente dos Estados Unidos afirmou que a apresentação no show do intervalo da final da NFL foi um 'tapa na cara' do País

9 fev 2026 - 00h48
Resumo
Donald Trump criticou o show de Bad Bunny no Super Bowl 2026, chamando-o de "nojento" e acusando-o de não representar os ideais americanos, enquanto o cantor porto-riquenho fez a performance totalmente em espanhol com mensagens políticas.
Trump critica Bad Bunny no Super Bowl e chama show de 'nojento': 'Ninguém entende o que esse cara fala'
Trump critica Bad Bunny no Super Bowl e chama show de 'nojento': 'Ninguém entende o que esse cara fala'
Foto: Reprodução/The White House e Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não gostou do show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl LX, neste domingo, 8: em uma publicação na rede social Truth, o republicano chamou a apresentação de 'nojenta': "Ninguém entende uma palavra do que esse cara fala". 

"O show do intervalo do Super Bowl foi absolutamente horrível, um dos piores da história. Não fez qualquer sentido, foi uma afronta à grandeza da América e não representa nossos ideais de sucesso, criatividade ou excelência. Ninguém entende uma palavra do que esse cara fala e a dança é nojenta, especialmente para as crianças que estão assistindo nos EUA e no mundo", disse Trump.

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O republicano continuou: "Este show é apenas um tapa na cara do nosso país, que está estabelecendo novos padrões e recordes todos os dias, incluindo o melhor mercado financeiro da história. Não há nada de inspirador nessa bagunça". 

"Fique de olho, [o show] terá ótimas avaliações da 'mídia fake news', porque eles não têm ideia do que está acontecendo no mundo real. Aliás, a NFL deveria repensar imediatamente essa regra ridícula de kickoff. Faça a América grande de novo", concluiu Trump. 

Bad Bunny fez história ao apresentar o primeiro show do intervalo do Super Bowl totalmente em espanhol. Essa também foi a única apresentação do cantor nos Estados Unidos; ele tirou o país da sua turnê mundial por conta da repressão de Trump contra imigrantes.

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O show foi recheado de recortes políticos, ainda que sem menções diretas ao ICE, agência de imigração dos Estados Unidos. No final da performance, dançarinos entraram em cena com bandeiras de países do continente americano enquanto o porto-riquenho citava nominalmente as nações representadas.

Fonte: Portal Terra
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