Melania anuncia fim de trégua em Oleshky, com quase 800 evacuados

Primeira-dama afirmou que ação na cidade ucraniana foi um 'sucesso'

2 nov 2026 - 16h31
(atualizado às 17h28)
Resumo
A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, anunciou a conclusão do cessar-fogo humanitário em Oleshky, na Ucrânia, mediado por Donald Trump e apoiado pelo papa Leão XIV. A operação, realizada entre 27 de outubro e 1º de dezembro, permitiu a retirada bem-sucedida de quase 800 civis que estavam presos no fogo cruzado e sofriam com a falta de suprimentos. Melania celebrou o sucesso da missão e parabenizou a cooperação entre Rússia e Ucrânia, manifestando esperança de que a trégua inspire uma paz duradoura.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, anunciou no domingo (1°) que o cessar-fogo humanitário na cidade ucraniana de Oleshky foi concluído, com quase 800 moradores evacuados.

Cerca de 800 pessoas deixaram Oleshky durante cessar-fogo humanitário
Cerca de 800 pessoas deixaram Oleshky durante cessar-fogo humanitário
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"A missão foi um sucesso, fornecendo ajuda essencial à região", escreveu Melania no X.

Publicidade

"Em nome dos Estados Unidos, parabenizo a Rússia e a Ucrânia por sua liderança e cooperação em relação à trégua em Oleshky", acrescentou a esposa do presidente Donald Trump, que mediou a ação.

"Espero que isso sirva de base para uma paz duradoura entre as duas nações", concluiu ela.

O cessar-fogo humanitário na cidade teve início em 27 de outubro e terminou no domingo (1º).

Oleshky fica na margem sul do rio Dnipro e foi tomada por tropas russas em 2022. Desde então, a população caiu de cerca de 24 mil habitantes para aproximadamente 2 mil.

Publicidade

Moradores que conseguiram fugir da cidade relatam que a população remanescente estava presa no fogo cruzado entre russos e ucranianos, enfrentando escassez de comida e medicamentos.

Melania anunciou a trégua em 23 de outubro. O pedido de cessar-fogo também foi reforçado pelo papa Leão XIV durante telefonemas com os presidentes russo, Vladimir Putin, e ucraniano, Volodymyr Zelensky, em meados de outubro. 

Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se