O Irã pode estar ativando “células adormecidas” fora do país. É o que monitora o governo Trump, após os Estados Unidos terem interceptado comunicações criptografadas que acreditam serem originárias do país. O alerta com as informações foi obtido pela ABC News, que publicou sobre o caso na segunda-feira, 9. Até o momento, não há confirmação de que sejam do Irã.
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De acordo com o veículo, os EUA acreditam que os sinais que identificaram, transmitidos em 28 de fevereiro para vários países após a morte do líder supremo iranaino, o aiatolá Ali Khamenei, podem servir como um “gatilho operacional” para ativar “células adormecidas”. Já são 11 dias de conflito entre os países.
Os EUA investigam se as transmissões podem ter a intenção de “ativar ou fornecer instruções para ativos de sono pré-posicionados que operam fora do país de origem". “Embora o conteúdo exato dessas transmissões não possa ser determinado atualmente, o aparecimento repentino de uma nova estação com características de retransmissão internacional justifica uma maior consciência situacional”, complementa o alerta.
Não foi identificada alguma ameaça operacional ligada a algum local em específico, mas as forças norte-americanas estão fortalecendo seus monitoramentos de atividades suspeitas de radiofrequência por conta da situação.
Caso o alerta se torne verdadeiro, o temor é que Irã tenha pontos de ataque espalhados pelo Ocidente e que possam ser usados para retaliação aos EUA e Israel.