Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em rejeição com 45% cada

Pesquisa aponta igualdade no índice de eleitores que afirmam não votar de forma alguma nos dois líderes da corrida eleitoral

24 set 2026 - 19h09
(atualizado às 19h09)
Resumo
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira aponta empate na taxa de rejeição entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro, ambos com 45%, mantendo a estabilidade de rodadas anteriores. Renan Santos lidera a recusa entre os demais nomes, com 15%, seguido por Romeu Zema, com 14%, e Ronaldo Caiado, com 13%. O levantamento coincidiu com o reajuste do Bolsa Família, o discurso de Lula na ONU e repercussões de apurações envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Lula e Flávio estão empatados na rejeição
Lula e Flávio estão empatados na rejeição
Foto: Pedro Kirilos/Wilton Junior/Estadão / Estadão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) registram 45% de rejeição cada entre os eleitores brasileiros, segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 24.

O levantamento ouviu 2.002 pessoas entre terça-feira, 22, e quinta-feira, 24, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A sondagem foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, com registro na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00304/2026.

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A igualdade repete o cenário de rodadas anteriores, nas quais os dois postulantes pontuaram 47% de recusa há uma semana e 46% há duas semanas.

Qual é a rejeição dos outros candidatos?

Renan Santos (Missão) aparece com 15% de rejeição, Romeu Zema (Novo) tem 14% e Ronaldo Caiado (PSD) registra 13%. Samara (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) acumulam 9% cada, enquanto Augusto Cury (Avante) e Edmilson Costa (PCB) marcam 8% cada.

Quais fatos marcaram o período da pesquisa?

A coleta captou o anúncio do reajuste de 15% para o Bolsa Família com vigência a partir de outubro, além do pronunciamento de Lula na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas.

O período de entrevistas também coincidiu com a classificação de facções criminosas como grupos terroristas por 15 nações e a repercussão de apurações envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

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Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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