Grupo invade loja na região de Moema, na zona sul de SP, e furta joias avaliadas em R$ 1 milhão

Suspeitos levaram também louças e um faqueiro de prata. Policia Civil investiga o caso

20 fev 2026 - 19h26

Uma joalheria da região de Moema, na zona sul de São Paulo, foi alvo de criminosos na madrugada da última segunda-feira, 16. Os suspeitos invadiram o estabelecimento, localizado em um prédio na Alameda Maracatins, e furtaram joias avaliadas em R$ 1 milhão.

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O bandidos levaram também louças, como travessas, pratos, além de um faqueiro de prata. A Policia Civil investiga o caso.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), policiais militares foram acionados no período da tarde após um dos responsáveis pelo estabelecimento constatar que a entrada da loja estava danificada e o interior completamente revirado.

Os suspeitos ainda arrancaram câmeras de vigilância e fiação do sistema de monitoramento. Não havia pessoas no momento em que a joalheira foi invadida.

Polícia Militar foi acionada após invasão a joalheira na zona sul de São Paulo.
Polícia Militar foi acionada após invasão a joalheira na zona sul de São Paulo.
Foto: Felipe Rau/Estadão / Estadão

"Foram subtraídas joias avaliadas em aproximadamente R$ 1 milhão, além de um faqueiro de prata, travessas e pratos", informou a SSP-SP.

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Os suspeitos seguem foragidos e os objetos ainda não foram localizados. Não há informações de quantos homens se envolveram na ação criminosa.

A ocorrência foi registrada no 27º Distrito Policial (Ibirapuera), e uma perícia foi feita no local. "As investigações prosseguem para identificar os autores e esclarecer todas as circunstâncias dos fatos", acrescentou a pasta.

A reportagem buscou contato com os responsáveis da loja Esmy, que confirmaram o roubo.

"O caso está sob investigação das autoridades competentes, que já adotaram as providências necessárias", informou um dos responsáveis, em nota enviada à reportagem.

"Neste momento, nosso foco está na reorganização interna e na retomada das atividades com segurança e responsabilidade", acrescentou.

A reportagem também buscou contato com a incorporadora responsável pelo prédio onde a joalheira está localizada, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto.

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