A Chevrolet já começou a vender a linha 2027 da Chevrolet Montana no Brasil. Entretanto, uma expectativa importante do mercado acabou ficando para depois. Apesar dos rumores sobre eletrificação, a picape chega ao novo ano-modelo sem qualquer mudança mecânica relevante, conforme apurado pelo Mundo do Automóvel para PCD.
Na prática, a estratégia da Chevrolet foi bastante conservadora. A Montana mantém o conjunto mecânico atual e aposta apenas em reajustes de preços e pequenos reposicionamentos dentro da linha. A versão 1.2 Turbo com transmissão manual passou a custar R$ 133.090, após acréscimo de R$ 1.100. Logo acima aparece a LT, que agora parte de R$ 139.390.
Na sequência, a Montana LTZ automática chega a R$ 156.090. Já a versão Premier, mais voltada para quem busca conforto e tecnologia, alcança R$ 162.990. Por fim, a RS segue como topo de linha e passa a custar R$ 171.390.
Debaixo do capô, todas as configurações seguem utilizando o conhecido motor 1.2 turboflex de 141 cavalos de potência e 22,9 kgfm de torque. O propulsor recebeu recentemente injeção direta de combustível, solução adotada para reduzir emissões e atender às exigências ambientais mais recentes.
No pacote de equipamentos, a picape mantém os principais recursos já conhecidos. Dependendo da versão, aparecem itens como faróis em LED, central multimídia, chave presencial, alerta de ponto cego e sistema Park Assist.
Apesar disso, o cenário competitivo deve mudar nos próximos meses. Atualmente, a Montana disputa mercado principalmente com Fiat Toro e Renault Oroch. Entretanto, novas concorrentes já estão no radar, como a futura BYD Mako, Renault Niagara e também a futura Volkswagen Tukan, destaca o Mundo do Automóvel para PCD.
Além disso, a própria Toro deve receber novidades importantes em breve, incluindo sistema híbrido-leve de 48V. Dessa forma, a Chevrolet aposta que a atual fórmula da Montana ainda possui força suficiente para enfrentar um segmento que ficará ainda mais disputado.