Consórcio rejeita pedido do Vasco para atuar no Maracanã pela Conmebol Sul-Americana

Sem poder atuar em São Januário por causa da capacidade, equipe cruz-maltina pode mandar partida contra o Boca Juniors no Nilton Santos.

29 set 2026 - 09h45
(atualizado às 09h45)
Resumo
O consórcio Fla-Flu negou o pedido do Vasco para enfrentar o Boca Juniors pela Sul-Americana no Maracanã, alegando desgaste do gramado — decisão criticada após o local sediar um jogo da NFL. É a terceira recusa ao clube em 2026, que cogita recorrer à Justiça. Sem a capacidade mínima de 30 mil exigida pela Conmebol para atuar em São Januário, o presidente Pedrinho tenta negociar uma liberação com a entidade, tendo o Estádio Nilton Santos como principal alternativa para mandar a partida.
Torcida do Vasco no Maracanã (Matheus Lima/Vasco)
Torcida do Vasco no Maracanã (Matheus Lima/Vasco)
Foto: Esporte News Mundo

Recusa da dupla Fla-Flu à solicitação vascaína acontece um dia após o estádio receber uma partida da NFL.

Sem poder atuar em São Januário por causa da capacidade, equipe cruz-maltina pode mandar partida contra o Boca Juniors no Nilton Santos.

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O Vasco teve o pedido para atuar no Maracanã na partida contra o Boca Juniors, pela Conmebol Sul-Americana, negado pelo consórcio que administra o estádio, gerido pela dupla Fla-Flu. A decisão já era, de certa forma, aguardada pela cúpula vascaína, que pode recorrer à Justiça para tentar mandar a partida no tradicional estádio carioca.

Esse foi o terceiro pedido negado ao cruz-maltino para atuar no Maracanã em 2026. Mais recentemente, a equipe tentou levar ao estádio as partidas contra Vitória e Palmeiras, pela Copa do Brasil.

De acordo com o Fanático Vascaíno e o site ge, a justificativa para a negativa do pedido cruz-maltino é a mesma: o grande número de jogos e o consequente desgaste do gramado.

INCOERÊNCIA?

Ao mesmo tempo em que a administração afirma se preocupar com a preservação do gramado do Maracanã, o estádio recebeu uma partida da NFL, no último domingo, e somente após o evento, começou um procedimento de melhoria do gramado, visando a reta final da temporada.

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SÃO JANUÁRIO PODE SER ALTERNATIVA

Ainda de acordo com o ge, o presidente Pedrinho deve concentrar esforços para tentar viabilizar São Januário como palco da partida contra o Boca Juniors. Pelo regulamento da Conmebol, a capacidade mínima de um estádio para a fase semifinal da Sul-Americana é de 30 mil lugares.

"Vou tentar aumentar o espaço de visitante em São Januário. Tenho uma boa relação com o Riquelme. Vamos tentar dar todo o suporte para o torcedor do Boca em São Januário. Peço que o presidente da Conmebol tenha um pouco de flexibilidade e autorize que eu jogue em São Januário", disse Pedrinho em entrevista na última sexta-feira.

Caso não seja possível a liberação da casa cruz-maltina para o confronto, a alternativa mais provável passa a ser o Estádio Nilton Santos.

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