Consórcio Fla-Flu nega mais uma vez Maracanã para o Vasco

Cruz-Maltino estudo entrar mais uma vez na Justiça por duelo contra o Boca Juniors (ARG) no dia 20 de outubro pela Sul-Americana

28 set 2026 - 15h24
(atualizado às 15h24)
Resumo
O Consórcio Fla-Flu negou novamente o Maracanã ao Vasco para o duelo de 20 de outubro contra o Boca Juniors, alegando preservar o gramado. O clube tenta viabilizar São Januário com melhorias, mas o local pode ser vetado pela Conmebol por ter capacidade inferior a 30 mil lugares. Como alternativa, o Nilton Santos foi liberado pela administração alvinegra, porém o Boca Juniors rejeita atuar na grama sintética. Em meio ao impasse, o presidente Pedrinho segue negociando diretamente com a diretoria argentina.
Pedrinho bate o pé para jogar em São Januário –
Pedrinho bate o pé para jogar em São Januário –
Foto: Reprodução / Vasco TV / Jogada10

Apesar das tratativas iniciais, o Consórcio Fla-Flu repassou mais uma recusa oficial ao Vasco, impedindo o clube de mandar a partida contra o Boca Juniors. O duelo está agendado para o próximo dia 20 de outubro.

Em virtude disso, a justificativa principal gira em torno da preservação do gramado. A apuração inicial partiu do canal Fanáticos Vascaínos.

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Em contrapartida, a cúpula cruzmaltina conduz negociações de forma direta com a Conmebol e com a própria delegação argentina para viabilizar o embate em São Januário, implementando melhorias pontuais na infraestrutura sem alterar a arquitetura original do local.

Pedrinho bate o pé para jogar em São Januário –
Foto: Reprodução / Vasco TV / Jogada10

Existe uma forte expectativa de que a própria entidade sul-americana vete o reduto vascaíno, visto que o estádio não atinge a capacidade mínima exigida de 30 mil espectadores, além de apresentar limitações quanto ao espaço destinado à torcida visitante.

Diante da impossibilidade de utilizar o Maracanã e da provável restrição em São Januário, a principal alternativa cogitada passa a ser o Nilton Santos. Logo, a administração alvinegra já concedeu sinal verde para receber o clássico continental em seu campo; contudo, a diretoria do Boca Juniors manifesta total oposição à ideia.

Pedrinho desabafa

Os dirigentes do clube argentino rejeitam atuar sobre um piso de grama sintética. Enquanto a gestão vascaína prossegue dialogando para encontrar o melhor desfecho em conjunto. Vale ressaltar que o presidente Pedrinho mantém contato direto e frequente com Juan Román Riquelme.

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"Contra o Boca Juniors a minha preferência sempre foi São Januário, mas temos que respeitar o regulamento da Conmebol. A gente enviou um ofício ao consórcio do Maracanã com 48h para resposta que termina no fim do dia hoje. Até agora ainda não teve resposta. Se não tiver uma resposta, é uma sinalização de que não querem liberar o Maracanã. Faço um pedido justo e com humildade ao poder público e ao BEPE: jogo em São Januário todos os jogos considerados de risco, contra Cruzeiro, Santos, Corinthians, questionou o mandatário.

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