A Conmebol deu prazo até 10 de outubro para o Vasco definir o estádio da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors, marcada para o dia 20. O clube enfrenta um impasse: São Januário não atende à capacidade mínima de 30 mil torcedores exigida pelo regulamento, enquanto o Consórcio Fla-Flu tende a recusar a cessão do Maracanã. Caso a diretoria vascaína decida mandar o confronto fora do Rio de Janeiro, a alteração de sede deverá ser comunicada com ao menos 15 dias de antecedência.
Nesta quinta-feira (24), a diretoria do Vasco realizou um encontro com representantes da Conmebol na cidade de Luque, no Paraguai. A instituição sul-americana impôs um ultimato a respeito do palco onde a equipe carioca mandará o embate semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors (ARG).
Até agora, o jogo de 20 de outubro, às 21h30 (Brasília), continua sem estádio definido no Rio de Janeiro. A diretoria do Vasco tem até 10 de outubro para informar o local da partida. Segundo o jornalista Vene Casagrande, se o clube escolher jogar fora do Rio, a nova sede precisa ser comunicada com 15 dias de antecedência.
O confronto inaugural ocorrerá no dia 13, na capital argentina; mais precisamente, na Bombonera, que é o tradicional reduto do clube xeneize.
Por um lado, embora São Januário represente a alternativa predileta dos dirigentes vascaínos, em contrapartida, as normativas estabelecidas pela entidade máxima do futebol continental determinam que os estádios utilizados nesta etapa decisiva precisam comportar, no mínimo, 30 mil torcedores.
Além disso, paralelamente a isso, o cenário atual indica que o Consórcio Fla-Flu — responsável, pela gestão do Maracanã — continuará demonstrando resistência. Sendo assim, como consequência direta, a tendência é que o consórcio recuse a locação do estádio.
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