O Santos divulgou, na noite desta quarta-feira, 5, uma nota oficial em que repudia as declarações do presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira, conhecido como Tonhão, contra Neymar e as insinuações de favorecimento da arbitragem na partida que garantiu a classificação do time paulista às quartas de final da Copa do Brasil.
- Você já nos segue nas redes sociais? O Terra Esportes está presente no Tiktok, no Youtube e no Instagram. Tudo para te manter informado de um jeito diferente e divertido. Siga nosso perfil, curta e compartilhe!
Na manifestação, o clube afirma que as críticas esportivas fazem parte do futebol, mas considera que os comentários ultrapassaram os limites ao atingir o camisa 10 e levantar suspeitas sem provas sobre a atuação da equipe de arbitragem.
"O Santos Futebol Clube repudia veementemente as declarações ofensivas do presidente do Clube do Remo contra o atleta Neymar Jr., bem como insinuações de favorecimento da arbitragem", diz um trecho da nota.
O clube também reforçou que seguirá defendendo seus jogadores e a própria instituição. "Críticas esportivas são legítimas, mas ataques pessoais e acusações infundadas ultrapassam os limites do respeito e da ética. O Santos FC defenderá sempre seus atletas, sua história e a integridade da instituição, em nome da transparência e da imagem do futebol brasileiro", completou.
Confusão que motivou a nota
A nota foi publicada um dia após a vitória santista por 1 a 0 sobre o Remo, resultado que garantiu o Peixe nas quartas de final da Copa do Brasil. Neymar participou diretamente do lance decisivo ao dar a assistência para o gol de Rony.
Após o apito final, porém, o atacante deixou o gramado sob vaias e provocações da torcida do Remo e se envolveu em um bate-boca com dirigentes do clube mandante. Na sequência, o presidente do Remo fez duras críticas ao jogador.
"Esse vagabundo desse Neymar, que é idolatrado por um bando de criança, que fez as palhaçadas dele aqui, ainda veio provocar. Então, a gente é culpado de idolatrar um bando de vagabundo como um cara desse", afirmou Tonhão