Anderson Barros, executivo de futebol do Palmeiras, fez um pronunciamento na sala de coletiva de imprensa do Mangueirão para reclamar da arbitragem após o empate por 1 a 1 com o Remo, em partida na qual os palmeirenses tiveram um jogador a mais durante metade do segundo tempo. A reclamação do dirigente é referente ao gol de Bruno Fuchs anulado nos acréscimos.
No lance, a bola toca no braço de Flaco López antes de sobrar para Fuchs marcar. Ao criticar a decisão, Barros leu um texto em seu celular para argumentar que o árbitro Rafael Klein não cumpriu a regra.
"O gol é validado, de acordo com a International Football Association Board, se a bola tocar acidentalmente na mão ou braço de um jogador de ataque e, em seguida, um companheiro de equipe finalizar e marcar. O gol é legal e confirmado. O gol só deve ser anulado se o próprio jogador cuja mão tocou na bola fizer o gol imediatamente após o toque, mesmo de forma acidental", disse.
"É muito claro, se todos nós observarmos o lance, o defensor do Remo cabeceia não mão do Lopez, sobra para o Fuchs e ele faz o gol. É gol, seriam dois pontos a mais para o Palmeiras. Eu faço uma pergunta? De quem vai ser essa responsabilidade. Está chegando a um momento que a gente não pode mais permitir", completou.
O dirigente se disse irritado porque entende que não foi a primeira vez que o Palmeiras perdeu "pontos que ganhou dentro de campo". Também citou o caso da suspensão de seis jogos aplicada a Abel Ferreira pelo STJD por indisciplina para alegar que o clube estaria sendo vítima de uma cadeia de erros. (*Com informações de Estadão Conteúdo)