Saída de Joaquín Correa gera economia milionária ao Botafogo; veja valor

Atacante rescindiu contrato e abriu mão de valores para acertar com o Estudiantes

7 ago 2026 - 17h47
(atualizado às 18h11)

A saída de Joaquín Correa representa um impacto significativo nas finanças do Botafogo. Fora dos planos da comissão técnica, o atacante rescindiu contrato com o clube e abriu mão dos valores que teria a receber até dezembro de 2027.

Foto: Vitor Silva/ Botafogo
Foto: Vitor Silva/ Botafogo
Foto: Vitor Silva/ Botafogo / RTI Esporte

A Agência RTI Esporte apurou que o Botafogo deixa de comprometer cerca de R$ 1,8 milhão por mês entre salários e luvas. Considerando o período restante do vínculo, a economia chega a aproximadamente R$ 30,6 milhões.

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O cálculo considera 17 meses, de agosto de 2026 a dezembro de 2027. O argentino recebia cerca de R$ 1,8 milhão mensais. A rescisão ocorre durante a reformulação do elenco alvinegro e redução da folha salarial.

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Joaquín Correa deixa Botafogo e acerta com Estudiantes

Aos 31 anos, Joaquín Correa acertou seu retorno ao futebol argentino. O atacante assinou contrato com o Estudiantes até dezembro de 2028. O jogador também será inscrito pelo clube argentino para disputar as oitavas de final da Copa Libertadores da América.

A mudança encerra a passagem pelo Botafogo, iniciada no meio de 2025. Correa chegou ao Glorioso cercado de expectativa, mas não conseguiu se firmar no elenco. Com a mudança no planejamento esportivo, acabou fora dos planos para a sequência da temporada.

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Botafogo reduz folha salarial com reformulação

A economia com Correa faz parte da reformulação do elenco promovida pela SAF alvinegra. Além dele, Newton, Bastos, Neto, Léo Linck, Raúl, Alexander Barboza, Chris Ramos, Artur e Nathan Fernandes também deixaram o Botafogo.

A diretoria trabalha para enxugar o elenco e reduzir a folha salarial. Ythallo e Caio Roque seguem treinando separadamente, enquanto novas saídas são esperadas para adequar o grupo ao técnico Franclim Carvalho.

Economia pode abrir espaço para novos investimentos

A redução da folha salarial dá ao Botafogo maior margem para trabalhar no mercado da bola. A diretoria alvinegra pode direcionar parte dos recursos economizados para reforçar setores considerados prioritários.

No caso de Joaquín Correa, o impacto é ainda maior pelo tamanho do compromisso que seria mantido até dezembro de 2027. Sem a rescisão, os pagamentos poderiam representar aproximadamente R$ 30,6 milhões no período restante.

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Além das saídas, o Botafogo também analisa propostas por jogadores do elenco. Recentemente, o alto comando alvinegro recusou uma oferta da Atalanta, da Itália, por Danilo, que deseja retornar ao futebol europeu.

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