Antes de contratar Eduardo Baptista até dezembro de 2026 para substituir Paulo Pezzolano, o Internacional consultou Carlos Carvalhal. O técnico português, atualmente no Famalicão, recusou a investida para seguir em Portugal, repetindo negativas anteriores a clubes como o Botafogo. Pressionado pela zona de rebaixamento do Brasileirão, o Colorado também sondou Luís Zubeldía, Maurício Barbieri e Jair Ventura antes de fechar com Baptista para assumir o comando da equipe na sequência da temporada.
Antes de mais nada, o Internacional consultou Carlos Carvalhal antes de definir Eduardo Baptista como substituto de Paulo Pezzolano. O português, que comanda o Famalicão, recusou a sondagem e decidiu permanecer no clube.
A Agência RTI Esporte apurou que a movimentação ocorreu logo após a demissão de Paulo Pezzolano e fez parte da busca do Internacional por uma alternativa para o comando da equipe. Carlos Carvalhal era um dos nomes avaliados pela diretoria.
O treinador não demonstrou interesse em deixar o Famalicão. Satisfeito com o trabalho em Portugal, indicou que pretende continuar no projeto e reforçou essa posição ao afirmar que "só sai quando o presidente quiser", deixando clara a intenção de permanecer no clube.
Português também foi procurado pelo Botafogo
O Internacional não foi o único clube interessado em Carlos Carvalhal. O Botafogo também fez uma abordagem pelo treinador, assim como o Preston North End, da segunda divisão da Inglaterra. As consultas, entretanto, não foram suficientes para alterar a posição do português.
Carlos Carvalhal optou por permanecer no Famalicão, onde já desenvolve seu trabalho. A decisão encerrou a possibilidade de avanço do Internacional e levou a diretoria colorada a buscar outras alternativas no mercado.
Internacional avaliou outros treinadores
Antes de contratar Eduardo Baptista, o Internacional também procurou Luís Zubeldía, Maurício Barbieri e Jair Ventura. As conversas com os três não evoluíram para um acordo. O momento esportivo do Colorado pesou no cenário das negociações.
A equipe havia entrado na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro após a saída de Paulo Pezzolano, enquanto a direção buscava um treinador que pudesse assumir o trabalho em meio à pressão por resultados.
O prazo contratual também apareceu como um obstáculo nas tratativas. Com a temporada em andamento, o Internacional precisou encontrar uma solução que pudesse ser viabilizada dentro das condições apresentadas pela diretoria.
Eduardo Baptista foi a escolha final
Depois das negativas e das consultas realizadas no mercado, o Internacional fechou com Eduardo Baptista. O treinador assinou contrato até dezembro de 2026 e assumiu a equipe com a missão de reorganizar o time na sequência do Campeonato Brasileiro.
A contratação encerrou uma busca que incluiu nomes brasileiros e estrangeiros. Carlos Carvalhal chegou a ser uma alternativa concreta, mas a permanência do português no Famalicão impediu o avanço da negociação.
O movimento também mostra que a escolha por Eduardo Baptista não ocorreu imediatamente após a saída de Paulo Pezzolano. Antes de concluir o acordo, a direção colorada consultou diferentes profissionais e analisou a possibilidade de trazer um treinador estrangeiro.
Carlos Carvalhal mantém histórico de recusas no Brasil
A negativa ao Internacional não é um episódio isolado na trajetória recente de Carlos Carvalhal. O português já foi procurado por clubes brasileiros em diferentes momentos e recusou convites por questões familiares.
Atlético-MG, Botafogo, Bragantino, Flamengo, São Paulo e Vasco estiveram entre os clubes que demonstraram interesse em sua contratação. A nova consulta do Internacional, portanto, terminou com o mesmo desfecho: Carlos Carvalhal decidiu permanecer em Portugal.