Pouco tempo depois de o médico Rodrigo Lasmar, da Seleção Brasileira, confirmar nesta quinta-feira, 28, que Neymar se apresentou na Granja Comary com uma lesão de grau 2 na panturrilha direita, e fica fora entre duas a três semanas. O caso lembra o que aconteceu com o Brasil antes da Copa de 1998.
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Romário teve problemas musculares pouco antes da convocação. Foi chamado para aquele Mundial, se apresentou, mas um edema na panturrilha direita causou o corte dele, a 8 dias da estreia do Brasil na França.
O Baixinho sempre alegou que tinha condições de se recuperar a tempo de disputar a fase final da Copa. Mas a comissão técnica não o ouvi e resolveu tirá-lo da competição. A Seleção chegou à final, mas perdeu a decisão para os donos da casa.
Os problemas de Romário tiveram início quando defendia o Flamengo. Primeiro, foi constatado uma contratura na coxa, mas se recuperou e foi convocado. No entanto, quando ele se apresentou à Seleção Brasileira, reclamava de dores na panturrilha. Na época, se ausentou dos treinos e fazia exercícios à parte sem bola.
Após realizados os exames, a CBF informou que ele tinha um edema na panturrilha e na época
Romário foi submetido a uma exame de ressonância magnética, justamente o mesmo pelo qual Neymar passou na quarta-feira, 27.
A comissão técnica da Seleção Brasileira, formada pelo técnico Zagallo, o coordenador Zico e pelo médico Lidio Toledo, entendeu que Romário não teria tempo suficiente para se recuperar.
Quando o corte foi anunciado, Romário se emocionou: "A minha relação com a Seleção eu tenho certeza que ainda não acabou". Parou de falar, chorou e saiu.