Após o vexame na Copa do Mundo, a empolgação do torcedor com a Seleção Brasileira não é das maiores, e marcar os primeiros amistosos contra a Austrália na casa do adversário não é umas estratégias mais inteligentes para melhorar essa relação. Porém, como tudo sempre pode piorar, a equipe teve uma atuação tenebrosa no empate desta sexta-feira, 25. A única boa notícia foi Estêvão.
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Sem espaço no Chelsea, o jovem mostrou que está com fome de bola, ainda mais depois de perder o Mundial por causa de lesão, e se colocou como possível protagonista do Brasil neste ciclo. Ele tentou acelerar todas as bolas que recebeu e chegou até se precipitar em alguns casos quando a melhor opção era o passe em vez do lance.
Estêvão chegou a balançar as redes no final do primeiro tempo, mas o gol foi anulado pelo VAR por falta de Bruno Guimarães no começo da jogada. No 2º tempo, ele teve grande oportunidade na pequena área, só que o chute saiu com a canela.
Se Estêvão deixou uma boa impressão, não se pode dizer o mesmo do elenco. Vini Jr. foi inexistente no tempo em que esteve em campo e Raphinha não passou nem perto de ser o jogador que está encantando o mundo no Barcelona.
No entanto, o grande culpado é Carlo Ancelotti. O técnico italiano insistiu no mesmo esquema de jogo que fracassou na Copa do Mundo e se mostrou, mais uma vez, incapaz de fazer esse time jogar bola.
Até quando Ancelotti vai seguir prestigiado? O trabalho do treinador é horroroso e ele precisa ser cobrado no mesmo tom que seria caso no comando estivesse um profissional brasileiro. Currículo vitorioso não é sinônimo de bom trabalho. O futebol é cíclico e, talvez, seja a hora de entender que o italiano pode não ser o melhor nome para comandar a Seleção Brasileira.