A Seleção Brasileira inicia 2026 com otimismo pelo hexacampeonato na Copa do Mundo, liderada pelo técnico Carlo Ancelotti e com destaques como o jovem Estêvão e um possível retorno de Neymar em boa forma.
Entre os dias 11 de junho e 19 de julho, todos os olhos estarão voltados para a Copa do Mundo. Sob o comando de Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira tentará chegar ao topo do futebol mundial pela sexta vez em sua história.
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Como principal trunfo, a Canarinho tem justamente a experiência do treinador italiano. Desde que Ancelotti assumiu a equipe contra o Equador em junho, são quatro vitórias, dois empates e duas derrotas.
A seis meses para o Mundial, Ancelotti considera já ter pelo menos 18 dos 26 nomes da lista final já definidos. Ou seja, em vez de testar novos jogadores, ele deve utilizar as últimas convocações para aprimorar o que tem em mente para a Copa do Mundo.
O trabalho do técnico italiano, porém, não é o único motivo para o torcedor brasileiro começar 2026 com otimismo pelo hexa. Veja alguns pontos a serem considerados:
Surgimento de um novo protagonista
A ‘era Ancelotti’ viu um novo craque assumir a responsabilidade com a Amarelinha, o que não acontecia desde o auge de Neymar. Aos 18 anos, Estevão conduziu a Seleção Brasileira no segundo semestre de 2025 e foi o artilheiro dos primeiros meses do novo treinador, com cinco gols marcados.
Os números, inclusive, colocam o atacante do Chelsea como o segundo jogador mais jovem a marcar cinco gols pela Seleção, feito alcançado com apenas 18 anos e 208 dias de idade. Ele fica só atrás de Pelé, com apenas 17 anos e 207 dias.
Último gás de Neymar?
Se a Seleção Brasileira finalmente viu surgir um novo protagonista, Ancelotti talvez possa contar com uma versão renovada de Neymar. Após meses abaixo do esperado com a camisa do Santos, o craque mostrou que ainda tem lenha para queimar e, quando precisou, liderou o Peixe contra a zona de rebaixamento na reta final do Brasileirão.
Nos últimos quatro jogos do Brasileirão, o camisa 10 marcou cinco gols e deu uma assistência. Nas férias, porém, ele deve passar por um procedimento cirúrgico no menisco, o que deve lhe tirar dos primeiros jogos da temporada.
Se mantiver a sequência e realmente recuperar o alto nível, Neymar pode ser uma alternativa para Ancelotti, mesmo que sem o protagonismo que teve em outros Mundiais.
Superstições vestem o Brasil
Além dos fatores mais reais, o brasileiro pode abraçar o metafísico no sonho do hexacampeonato. Isso porque uma série de coincidências jogam a favor da equipe de Ancelotti às vésperas do Mundial.
A principal delas é a presença do Brasil no Grupo C da competição, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti. Desde que os grupos passaram a ser definidos por letras, em 1982, o C foi o que mais teve campeões mundiais: quatro, incluindo a Seleção Brasileira, em 2002.
Outra curiosidade remete ao tetracampeonato da Canarinho. Assim como aconteceu em 1994, o Brasil desembarca nos Estados Unidos com um jejum recorde de 24 anos sem levantar o troféu. Na ocasião, o título veio com vitória sobre a Itália nos pênaltis.