F1: Saiba o que equipes e pilotos falaram após o shakedown em Barcelona

Equipes ressaltam aprendizado, confiabilidade e volume de dados dos novos carros antes dos testes oficiais da pré-temporada no Bahrein

2 fev 2026 - 17h09

Na semana passada, o Circuito de Barcelona-Catalunya sediou o primeiro teste da pré-temporada da Fórmula 1.  Este shakedown marcou o primeiro contato das equipes e pilotos com os carros do novo regulamento. Em entrevistas ao site oficial da F1, chefes de equipes, engenheiros e pilotos compartilharam suas impressões sobre esse primeiro contato e sugeriram áreas de melhoria para a segunda semana de testes, que será oficial e acontecerá no Bahrein.

MCLAREN

Foto: X / McLaren

A atual campeã de construtores fez sua estreia nos testes apenas no terceiro dia. Sendo o primeiro a pilotar a MCL40, Lando Norris adotou uma postura realista ao avaliar esse seu primeiro contato com o carro. Além de adquirir experiência em pista e identificar áreas de melhoria, o britânico destacou o significado simbólico de pilotar pela primeira vez com o carro nº 1, descrevendo o momento como especial tanto para ele quanto para a equipe.  Norris também ressaltou a importância do trabalho de correlação no simulador antes da pré-temporada no Bahrein. “Esses carros definitivamente exigem uma nova maneira de pensar e pilotar e quanto mais tempo dedicarmos a isso, melhor preparados estaremos para o início da temporada”, afirmou o atual campeão.

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O companheiro de equipe de Lando Norris, Oscar Piastri, comentou sobre a evolução natural do trabalho da McLaren durante o shakedown. O australiano ressaltou a importância de completar um grande número de voltas para entender o comportamento do carro, testar diferentes acertos e se adaptar ao novo chassi, que apresenta características distintas em relação ao ano passado, principalmente no equilíbrio aerodinâmico e no aumento de downforce.  Embora reconheça que ainda há muito a ser aprendido, especialmente em relação à nova unidade de potência, Piastri avaliou o período como positivo e de acordo com as expectativas iniciais da equipe. "No geral, foi um passo bem-sucedido na direção certa. É um ótimo começo de ano", afirmou.

Neil Houldey, diretor técnico de engenharia, afirmou que o shakedown atingiu seus objetivos técnicos, apesar da complexidade do novo regulamento.  Ele destacou a superação dos problemas iniciais, a consolidação da confiabilidade no último dia e a importância da coleta de dados para o desenvolvimento do carro, calibração do simulador, trabalho aerodinâmico e colaboração com a Mercedes-Benz HPP.  O foco agora é transformar esse aprendizado em desempenho já na pré-temporada. “Vamos para o Bahrein com o objetivo de chegar com um carro mais rápido e confiável do que aquele com o qual começamos esta semana”, concluiu.

MERCEDES

Foto: X / Fórmula 1

A Mercedes deixou Barcelona com uma base sólida após acumular quilometragem relevante durante os três dias de shakedown.  A equipe priorizou a execução do programa técnico e a coleta de dados em vez de focar em tempos de volta.  Eles evitaram condições adversas e concentraram seus esforços em sessões consistentes. George Russell e Kimi Antonelli dividiram igualmente o tempo de pista, demonstrando a abordagem metódica da equipe neste início de ciclo. "O carro está agradável de dirigir, mas o mais importante é que percorremos bastante quilometragem e não tivemos grandes problemas. Os pequenos problemas que encontramos foram resolvidos, que é o objetivo deste tipo de teste", afirmou Russell.

Antonelli ressaltou a importância crucial do shakedown para compreender o W17 e se adaptar às novas exigências técnicas.  Ele destacou a realização de simulações longas e a análise de diversas opções de acerto, principalmente envolvendo pneus e unidade de potência.  O italiano enfatizou o valor das voltas completadas para aprofundar a compreensão do carro e planejar os próximos passos, com o Bahrein como o primeiro teste real de desempenho. “Essa quilometragem é útil para nos ajudar a entender melhor o W17 e coletar muitos dados [...] Iremos para o Bahrein com um bom entendimento do carro”, avaliou.

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Já do ponto de vista técnico, Andrew Shovlin destacou que a confiabilidade foi o grande ponto positivo da semana, permitindo que a Mercedes executasse o planejamento previsto e resolvesse desafios iniciais sem comprometer o programa. Segundo o diretor de engenharia de trilhos, o shakedown cumpriu seu papel de validação, enquanto os testes de pré-temporada no Bahrein serão decisivos para explorar o potencial do carro em diferentes condições. “O carro nos permitiu executar o programa exatamente como queríamos em cada um dos três dias, e era isso que esperávamos ao vir para Barcelona”, concluiu.

RED BULL

Foto: X / Fórmula 1

A Red Bull chamou a atenção ao realizar o shakedown de seu carro com a própria unidade de potência pela primeira vez.  O programa focou em acumular quilometragem e experiência, principalmente com as condições climáticas imprevisíveis. Max Verstappen voltou à pista no último dia para finalizar o trabalho. O tetracampeão se mostrou cautelosamente otimista sobre o início dessa nova fase. “No geral, para nós, com o novo motor, dar a quantidade de voltas que demos é muito bom e é um bom começo. Então, sim, positivo, mas ainda é muito cedo. [O motor] ainda está em desenvolvimento, mas acho que começamos muito bem com essas coisas”, afirmou.

Para Isack Hadjar, a estreia na equipe principal teve um significado ainda maior. O francês ressaltou a fluidez do primeiro contato com o carro e, principalmente, a confiabilidade demonstrada logo nos primeiros dias, um fator crucial considerando a complexidade do novo projeto técnico. “Foi bastante produtivo. Surpreendentemente, conseguimos dar muito mais voltas do que esperávamos. Tudo correu muito bem”, avaliou.

Já o chefe de equipe, Laurent Mekies, destacou o esforço necessário da equipe para colocar o carro na pista dentro do cronograma previsto. Segundo Mekies, o shakedown foi encarado como um processo metódico, sem atalhos, com foco em construir bases sólidas para o desenvolvimento ao longo da temporada. “Sabíamos que seria um momento muito especial estar aqui pela primeira vez com o RB22 e nossa própria unidade de potência, então havia essa atmosfera e tensão especiais [...] Sabíamos que tínhamos que fazer nossa lição de casa e que precisávamos fazer isso passo a passo”, resumiu.

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FERRARI

Foto: X / Fórmula 1

A Ferrari, que no primeiro momento iriar adiar sua estreia, iniciou o programa já em condições desafiadoras de pista molhada. A escolha reforçou o foco da Scuderia em aprendizado e confiabilidade, com Charles Leclerc destacando o valor do volume de voltas para compreender não apenas o carro, mas também os novos sistemas da era 2026. “Os dois últimos dias também foram positivos, e agora o foco muda para a análise dos dados e o trabalho em Maranello, visando os testes no Bahrein”, afirmou o monegasco.

Lewis Hamilton também avaliou a semana positivamente, destacando o reflexo do intenso trabalho de inverno na consistência do programa. O heptacampeão elogiou o ambiente interno da equipe e a importância de ter completado boa quilometragem sem contratempos significativos, especialmente em um primeiro contato com um carro totalmente novo. “Ainda há muito a aprender e muito trabalho a fazer, mas o ambiente na equipe é positivo e focado. Agora vamos usar tudo o que aprendemos, continuar analisando os dados e nos preparar cuidadosamente para o teste no Bahrein”, avaliou.

Fred Vasseur, chefe da Ferrari, destacou a importância do shakedown no ciclo de desenvolvimento, enfatizando sua função crucial na validação da confiabilidade e na coleta de dados sob diversas condições de pista.  No entanto, ele manteve o tom cauteloso, lembrando que as leituras mais significativas só serão obtidas no Bahrein. “Ainda é muito cedo e há muito a analisar e melhorar, mas agora retornaremos a Maranello para trabalhar com o que aprendemos e nos preparar para o teste no Bahrein, que será mais representativo”, concluiu.

RACING BULLS

Foto: X / Fórmula 1

A Racing Bulls deixou Barcelona com uma leitura clara de progresso ao longo dos três dias de shakedown, priorizando quilometragem, adaptação ao novo regulamento e exploração dos limites iniciais do carro de 2026. Liam Lawson destacou o desafio imposto pela redução de downforce e pela complexidade na gestão de energia da nova unidade de potência, ressaltando a importância do período para acelerar o processo de adaptação. “Tivemos um teste bastante sólido em termos de confiabilidade, mas em termos de expectativas, é muito difícil dizer neste momento, pois não sabemos como estão os outros”, avaliou.

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Para o estreante Arvid Lindblad, o shakedown representou o primeiro contato real com a Fórmula 1 em um contexto totalmente novo, marcado por aprendizado intenso e construção de confiança. O jovem piloto enfatizou o valor da quilometragem acumulada e do trabalho conjunto com a equipe para entender cada componente do carro, já projetando os próximos passos no simulador antes do Bahrein. “Tem sido um ótimo começo de jornada para todos nós e estou gostando bastante até agora”, afirmou.

Nos bastidores, Alan Permane destacou que o programa foi executado exatamente como planejado, com foco em confiabilidade, coleta de dados e exploração operacional da nova unidade de potência. O diretor de equipe ressaltou a rápida curva de aprendizado, a colaboração entre os pilotos e o início sólido da parceria com a Red Bull Ford Powertrains. “Conseguimos alcançar todos os nossos objetivos aqui no Shakedown e agora nos sentimos prontos e ansiosos para os testes oficiais no Bahrein”, concluiu.

ASTON MARTIN

Foto: X / Fórmula 1

A Aston Martin optou por uma estreia tardia em Barcelona, usando os últimos dias do evento para colocar o AMR26 na pista e priorizar quilometragem e validação inicial dos sistemas. Fernando Alonso destacou o caráter simbólico e técnico do primeiro contato com o carro em um novo ciclo de regulamento, ressaltando que o programa foi sólido e cumpriu seu principal objetivo neste estágio inicial. “Tudo correu bem hoje e completamos um programa sólido com bastante quilometragem, que é a principal prioridade nesta fase”, afirmou o espanhol.

Lance Stroll, responsável por dar as primeiras voltas com o AMR26, reforçou o foco da equipe na coleta de dados e no entendimento de um pacote completamente novo. O canadense valorizou o trabalho da equipe para colocar o carro na pista e destacou a sensação inicial positiva ao volante, mesmo reconhecendo que ainda há muito a ser aprendido. “Como há muita coisa nova nesses carros, estamos apenas tentando coletar o máximo de dados possível no momento”, avaliou.

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Mike Krack destacou o momento como um passo fundamental para dar vida ao novo projeto da Aston Martin, enfatizando o esforço conjunto entre fábrica e pista, além da integração com novos parceiros técnicos. Segundo o diretor de operações de pista, o foco agora é transformar esse aprendizado inicial em evolução contínua antes do Bahrein. “Aprender. É para isso que servem o shakedown e os testes de pré-temporada… agora vamos usar o que aprendemos e continuar desenvolvendo o AMR26”, concluiu.

HAAS

Foto: X / Fórmula 1

A Haas enfrentou uma semana intensa em Barcelona, marcada por desafios logísticos e técnicos típicos de um início de ciclo tão profundo, mas saiu do shakedown com uma base considerada encorajadora. Esteban Ocon destacou o esforço coletivo para colocar o VF-26 na pista em um curto espaço de tempo e ressaltou o valor do volume de voltas acumulado para iniciar a compreensão do novo pacote técnico. “Foi um esforço enorme, com muito aprendizado neste teste… acho que foi muito produtivo e uma base sólida para evoluirmos antes do início da temporada”, afirmou o francês.

Ollie Bearman, por sua vez, viveu um processo claro de evolução ao longo dos dias, especialmente após a superação dos problemas iniciais enfrentados na quarta-feira. O jovem britânico valorizou a qualidade das voltas completadas na sexta-feira e destacou a importância de já conseguir identificar características do equilíbrio do carro, algo essencial em um regulamento completamente novo. “Aprendi muito sobre o carro hoje… já tenho algumas primeiras impressões sobre o que gosto e o que não gosto em termos de equilíbrio”, explicou.

Ayao Komatsu ressaltou a resposta da equipe diante dos contratempos e o ganho técnico obtido com a última sessão do shakedown. O chefe da Haas enfatizou que, mais do que quilometragem, o foco esteve na qualidade das informações coletadas, fundamentais para entender as novas características aerodinâmicas e da unidade de potência. “Tudo o que aprendemos aqui nos coloca em uma posição melhor para os testes no Bahrein… hoje não se tratou apenas da quantidade de voltas, mas da qualidade delas”, concluiu.

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AUDI

Foto: X / Fórmula 1

A Audi viveu em Barcelona um capítulo simbólico de sua nova fase na Fórmula 1, colocando o R26 na pista logo no primeiro dia do shakedown e priorizando quilometragem e validação operacional. Nico Hülkenberg destacou o avanço consistente ao longo da semana, especialmente no último dia, quando a equipe conseguiu extrair o máximo do programa e acumular dados importantes em um carro e uma unidade de potência totalmente novos. “Foi definitivamente o nosso melhor dia da semana… estamos progredindo a cada dia, aprendendo e melhorando passo a passo”, avaliou o alemão.

Gabriel Bortoleto também apontou uma curva clara de evolução desde o início do shakedown, ressaltando a superação dos problemas técnicos iniciais e o ganho de confiança ao longo das sessões. Para o brasileiro, o foco esteve exatamente no propósito do teste: identificar falhas, entender o comportamento do carro e criar uma base sólida para os próximos passos. “É para isso que serve o shakedown… estamos claramente caminhando na direção certa”, afirmou.

Nos bastidores, a leitura foi de construção estrutural e integração entre áreas. Jonathan Wheatley e Mattia Binotto reforçaram que o shakedown foi tão importante para alinhar pessoas e processos quanto para rodar o carro, enquanto James Key destacou que o objetivo nunca foi performance, mas sim validar fundamentos e confiabilidade. “Este teste marcou o início da nossa jornada como Audi… agora temos uma base sólida para construir rumo ao Bahrein”, resumiu Binotto.

ALPINE

Foto: X / Fórmula 1

A Alpine utilizou o shakedown em Barcelona como uma etapa crucial de reconhecimento do A526, ciente de que este era apenas o primeiro de três testes antes do início da temporada.  Em vez de buscar respostas definitivas, a equipe se concentrou em entender os novos sistemas e trabalhar em pontos críticos, como a recuperação de energia, considerando as mudanças significativas no regulamento que alteram o comportamento dos carros. “Provavelmente saímos com mais perguntas do que respostas, mas conseguimos trabalhar em algumas delas e encontrar soluções”, avaliou Steve Nielsen.

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Como esperado para um carro totalmente novo, o início da semana foi naturalmente mais cauteloso, com quilometragem limitada no primeiro dia.  No entanto, ao longo dos dias seguintes, a Alpine ganhou ritmo e confiança, encerrando o programa com um volume expressivo de voltas e dados cruciais para análise. “Fomos aumentando o ritmo gradualmente ao longo da semana e percorremos 764 km no último dia, o que nos dá bastante material para analisar antes do Bahrein”, explicou o diretor-geral.

Mesmo com as comparações inevitáveis no paddock, a equipe Alpine mantém uma postura cautelosa em relação aos tempos e ao desempenho relativo.  Eles reconhecem que ainda é cedo para tirar conclusões definitivas e evitam se deixar levar por números isolados, mantendo expectativas realistas para o início da temporada. “Você só conhece o seu próprio desempenho e pode apenas especular sobre o dos outros; é muito cedo para tirar qualquer conclusão”, concluiu Nielsen.

CADILLAC

Foto: X / Fórmula 1

Em sua primeira experiência real com um carro de Fórmula 1, a Cadillac priorizou a identificação de problemas e o aprendizado durante o shakedown, em vez de focar na performance imediata.  O retorno de Bottas à pista forneceu referências valiosas para esse processo inicial. “É a fase de resolução de problemas da equipe… esta semana foi muito valiosa e realmente um marco”, resumiu Valtteri Bottas.

Mesmo com a decisão de não rodar em todos os dias, a equipe aproveitou o tempo de volta à pista para coletar informações valiosas, explorando o carro, suas configurações e potenciais direções de desenvolvimento.  Para Pérez, o foco não foi tanto em evitar falhas, mas sim em identificá-las precocemente, como parte natural do processo de construção. “Conseguimos correr bastante, coletar muitas informações… estamos começando a explorar o carro e as direções que queremos seguir”, destacou o mexicano.

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Do ponto de vista da gestão, o sentimento é de progresso constante dentro de um cronograma realista para uma equipe estreante. Lowdon reforçou que, apesar das dificuldades típicas de um projeto novo, os procedimentos estão se encaixando e o trabalho coletivo evolui a cada dia, criando uma base positiva para a sequência da pré-temporada. “Este é apenas o quarto dia da equipe com um carro de Fórmula 1… estamos nos aprimorando a cada dia e iremos para o Bahrein com uma sensação muito positiva”, afirmou o chefe da Cadillac.

PIRELLI

A fornecedora oficial de pneus encerrou a primeira semana de testes com uma avaliação positiva do primeiro contato com a nova geração de carros.  Mais do que velocidade, o foco foi a confiabilidade das unidades de potência e o gerenciamento de energia, crucial para a temporada. Mario Isola, Diretor de Desporto Motorizado, destacou o volume de voltas completadas, superando as expectativas e confirmando a estabilidade técnica das equipes. “Foram dias positivos, com muitos giros e motores confiáveis”, afirmou o diretor da Pirelli.

Os compostos mais duros dos pneus entregaram o desempenho esperado mesmo com temperaturas baixas, enquanto o C3 apresentou granulação.  A mudança de abordagem dos pilotos, que priorizaram a conservação de energia da bateria nas voltas de preparação, foi notável.  Isso alterou a forma de aquecer os pneus para uma volta rápida. “A necessidade de preservar carga pode mudar a forma como os pilotos encaram a volta de aquecimento, principalmente na classificação”, explicou Isola. Ele ressaltou que o Bahrein deve fornecer dados mais representativos para o cenário real da temporada.

 
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